TRABALHO E SOCIOAMBIENTALISMO: JUSTIÇA SOCIAL COMO ELEMENTO INDISPENSÁVEL À SUSTENTABILIDADE

Autores

  • Rodrigo Fortunato Goulart PUCPR

DOI:

https://doi.org/10.5216/rfd.v35i01.9941

Palavras-chave:

Trabalho, sustentabilidade, socioambientalismo

Resumo

Cuida o presente estudo de demonstrar que o atual modelo econômico-produtivo é insustentável do ponto-de-vista socioambiental. O enorme custo ambiental do modelo de desenvolvimento em vigor ainda não é efetivamente considerado e uma das consequências é a desigualdade social, consubstanciada no empobrecimento das populações urbanas e rurais. Para entender a complexidade do tema, é preciso percorrer o caminho do trabalho – chave da relação ser humano / natureza – a fim de demonstrar a insustentabilidade e inequidade na distribuição das riquezas geradas. Os diagnósticos sobre a crise ambiental contemporânea nem sempre consideram as implicações do capital sobre o trabalho como parte dos problemas ambientais. Por isso, o artigo tem como objetivo compreender as determinantes socioeconômicas e o inter-relacionamento das questões pobreza e degradação ambiental para, ao final, demonstrar que dentro da concepção de desenvolvimento sustentável, devem articular-se mutuamente capital e produção em prol da qualidade de vida, e que esta somente será atingida com plena igualdade material (justiça social).

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Biografia do Autor

Rodrigo Fortunato Goulart, PUCPR

Mestre e Doutorando em Direito - PUCPR. Professor Substituto do Núcleo de Prática Jurídica - UFPR. Professor da Especialização em Direito do Trabalho - PUCPR e Graduação - OPET. Pesquisador do Projeto de Pesquisa "O Estado e a atividade econômica o direito laboral em perspectiva". Bolsista do Programa FP-PUCPR. Advogado atuante em Curitiba/PR (Advocacia trabalhista e previdenciária). Contato: rodrigo_fortunato_goulart@yahoo.com.br

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Publicado

2011-09-06

Como Citar

GOULART, R. F. TRABALHO E SOCIOAMBIENTALISMO: JUSTIÇA SOCIAL COMO ELEMENTO INDISPENSÁVEL À SUSTENTABILIDADE. Revista da Faculdade de Direito da UFG, Goiânia, v. 35, n. 01, p. 131–159, 2011. DOI: 10.5216/rfd.v35i01.9941. Disponível em: https://revistas.ufg.br/revfd/article/view/9941. Acesso em: 18 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos Científicos