ÉTICA E ESTÉTICA EM ALBERT CAMUS: A CRIAÇÃO ARTÍSTICA ENQUANTO EDUCAÇÃO MORAL

Autores

  • Gilberto Bettini Bonadio Universidade Federal de São Paulo - campus Guarulhos

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v22i1.45933

Palavras-chave:

Camus, Estética, Ética, Romance.

Resumo

Na obra O Homem Revoltado, o capítulo “Revolta e arte” evidencia a significação ética e metafísica do romance que em seu próprio movimento criativo propõe a “correção” do mundo real para que o homem encontre os limites e a forma que atribuiriam um sentido às suas vivências. Uma vez que Camus enxerga na atividade artística uma forma que sugere outro valor à vida humana, o presente artigo pretende investigar como a criação estética constitui para o autor a atividade suprema pela qual o homem busca conferir sentido à existência marcada pelo absurdo.

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Biografia do Autor

Gilberto Bettini Bonadio, Universidade Federal de São Paulo - campus Guarulhos

ATUA NA ÁREA DE ESTÉTICA E FILOSOFIA DA ARTE E FILOSOFIA FRANCESA CONTEMPORÂNEA

DOUTORANDO EM FILOSOFIA PELA UNIFESP- CAMPUS GUARULHOS

BOLSISTA FAPESP DOUTORADO

MESTRE  EM FILOSOFIA PELA UNIFESP - CAMPUS GUARULHOS

BOLSISTA FAPESP MESTRADO

GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA PELA UNESP - CAMPUS MARILIA - BOLSISTA FAPESP INICIAÇÃO CIENTÍFICA

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Publicado

2017-07-31

Como Citar

BONADIO, G. B. ÉTICA E ESTÉTICA EM ALBERT CAMUS: A CRIAÇÃO ARTÍSTICA ENQUANTO EDUCAÇÃO MORAL. Philósophos - Revista de Filosofia, Goiânia, v. 22, n. 1, p. 85–106, 2017. DOI: 10.5216/phi.v22i1.45933. Disponível em: https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/45933. Acesso em: 26 set. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais