A DANÇA COMO PRÁTICA DE LAZER: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE HOMENS, GÊNERO E O BALÉ CLÁSSICO

Autores

  • Renata Ferreira dos Santos Universidade Estadual de Campinas
  • Simone Cassoli Ferraz Universidade de São Paulo
  • Marco Antonio Bettine de Almeida Universidade de São Paulo
  • Gustavo Luis Gutierrez Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v18i2.31888

Palavras-chave:

Dança, Lazer, Gênero.

Resumo

Este estudo analisa a questão do gênero relacionada à dança como prática de lazer, especificamente do gênero masculino quanto ao balé clássico, com o propósito de compreender como o homem é visto pela sociedade enquanto bailarino. Para isso foi realizada uma pesquisa bibliográfica, e posteriormente, uma análise sociológica baseada nas obras de Pierre Bourdieu, Karl Marx e Jürgen Habermas. Conclui-se que o gênero é socialmente construído, assim como a dominação masculina que deixa clara a existência de um papel que o homem precisa cumprir para afirmar a sua masculinidade.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Renata Ferreira dos Santos, Universidade Estadual de Campinas

Doutoranda em Educação Física na Universidade Estadual de Campinas. Mestre em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas. Graduada em Ciências da Atividade Física pela Universidade de São Paulo. Pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Futebol e Modalidades Lúdicas (LUDENS) e do Grupo Pesquisas Interdisciplinares em Sociologia do Esporte (PISE). Atua nas linhas de pesquisa Sociologia do Esporte, Educação Física Adaptada, Qualidade de Vida e Dança.

Currículo lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4491787Y8

Simone Cassoli Ferraz, Universidade de São Paulo

Bacharel em Educação Física e Saúde da Universidade de São Paulo, EACH-USP. Integrante do Grupo de Estudo e Pesquisa em Capacidades e Habilidades Motoras - Gepcham - USP e do Grupo de Estudo e Pesquisa em Ciências da Atividade Física e Humanidades - PISE - USP. Professora de Kung Fu, Ginástica, Pilates e Personal Trainer.

Currículo lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4409664H4

Marco Antonio Bettine de Almeida, Universidade de São Paulo

Professor Livre Docente da Universidade de São Paulo. Professor do Programa de Pós-graduação em Mudança Social e Participação Política (USP). Professor do Programa de Pós-graduação de Ciências da Atividade Física (USP). Pós-Doutor em Sociologia do Esporte - Universidade do Porto - FADEUP. Graduado em Educação Física - Unicamp; Graduado em Direito PUC-Campinas; Mestrado em Sociologia do Lazer - Unicamp; Doutorado em Sociologia do Lazer - Unicamp. Tem estudos na área Interdisciplinar em Humanidades, ênfase em Sociologia do Esporte e do Lazer. Coordenador do Grupo de Pesquisas Interdisciplinares em Sociologia do Esporte (PISE) e Vice-coordenador do LUDENS - Núcleo de Apoio à Pesquisa USP-SP.

Currículo lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4718526U9

Gustavo Luis Gutierrez, Universidade Estadual de Campinas

Professor Titular da Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas. Graduado em Administração pela Fundação Armando Álvares Penteado (1980); Mestrado em Ciências Sociais - Política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1983); Doutorado em Administração pela Fundação Getulio Vargas - SP (1989). Pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Futebol e Modalidades Lúdicas (LUDENS) e do Grupo Pesquisas Interdisciplinares em Sociologia do Esporte (PISE).

 

Currículo lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4788559E3

Downloads

Publicado

2015-06-30

Como Citar

SANTOS, R. F. dos; FERRAZ, S. C.; ALMEIDA, M. A. B. de; GUTIERREZ, G. L. A DANÇA COMO PRÁTICA DE LAZER: ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE HOMENS, GÊNERO E O BALÉ CLÁSSICO. Pensar a Prática, Goiânia, v. 18, n. 2, 2015. DOI: 10.5216/rpp.v18i2.31888. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fef/article/view/31888. Acesso em: 29 maio. 2024.

Edição

Seção

Artigos Originais