REFORMA DO ENSINO SUPEIROR: DIRETRIZES CURRICULARES EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Autores

  • Francisco de Marchi Neto
  • Anegleyce Teodoro Rodrigues
  • Marcelo Guina
  • Márcio Vinícios
  • Orozimbo Cordeiro
  • Renato Mendes
  • Lourdecélia de Paula

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v2i0.155

Resumo

Neste texto tecemos algumas considerações sobre o contexto em que ocorrem os debates acerca das Diretrizes Curriculares para o ensino superior brasileiro, especialmente aquelas referentes à área de Educação Física. Sugerimos que as Diretrizes Curriculares de Educação Física, formuladas pela comissão de especialistas, designada pelo MEC, têm sido referenciadas em confronto com as perspectivas apontada para a universidade brasileira atualmente, em particular para a formação de professores. Relatamos as contribuições da FEF/UFG para este debate, bem como justificamos os pontos essenciais de um documento anterior, não publicado, em que se apresentam posições sobre currículo e formação de professores de Educação Física na atualidade. Basicamente nos opomos aos projetos do Banco Mundial, FMI e MEC/FHC e seus interesses mercadológicos e de preparação restrita para ao mercado de trabalho, por entendermos que a formação de professores deve ocorrer no âmbito da universidade pública, gratuita e de qualidade social, e onde demandas sociais relevantes se constituam no maior foco de interesse. PALAVRAS-CHAVE: Educação Física, Diretrizes Curriculares, formação de professores.

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Biografia do Autor

Francisco de Marchi Neto

Prof. da faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás, Licenciado em Educacação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina, Especialista em Educação Física pela Universidade Federal de Viçosa e mestre em Educação brasileira pela Universidade Federal de Goiás.

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Publicado

2006-11-15

Como Citar

MARCHI NETO, F. de; RODRIGUES, A. T.; GUINA, M.; VINÍCIOS, M.; CORDEIRO, O.; MENDES, R.; PAULA, L. de. REFORMA DO ENSINO SUPEIROR: DIRETRIZES CURRICULARES EM EDUCAÇÃO FÍSICA. Pensar a Prática, Goiânia, v. 2, p. 187–198, 2006. DOI: 10.5216/rpp.v2i0.155. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fef/article/view/155. Acesso em: 5 out. 2022.

Edição

Seção

Ponto de Vista