A presença do invisível na constituinte: com a palavra os povos indígenas (1986-1988)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v22i1.45253

Palavras-chave:

O invisível, direitos indígenas, ConstituiçãoFederal Brasileira

Resumo

         Este artigo analisa as relações do sagrado e do invisível das cosmovisões ameríndias diante da participação dos seus líderes na Assembleia Nacional Constituinte (1987-1988). O período marcou a primeira participação de caravanas indígenas indo em direção ao Congresso Nacional, inscrição da demarcação de territórios e revogação do caráter de tutela. Estivemos, para tanto, nos arquivos do Congresso Nacional e outros foros. As fontes encontradas dentro do Congresso muitas vezes estiveram misturadas a outros segmentos; foi preciso selecionar partes destinadas aos povos indígenas dentro das atas, relatórios, e buscar, nos relatos de um dos participantes, Álvaro Tukano, liderança do movimento indígena, e do jornalista José Ribamar Bessa Freire, as memórias do período. Os ritos e encantamentos produzidos durante a participação dos líderes tanto quanto os seus confrontos, efeitos, portanto, constituem nosso objeto de estudo. 

 

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Biografia do Autor

Danielle Bastos Lopes, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Prof. Adj da Universidade do Estado do Rio de Janeiro ; Doutra em Educação e Mestre em História Social (PPGHS-UERJ). Membro associado do Pró-índio UERJ

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Publicado

2017-09-08

Como Citar

LOPES, D. B. A presença do invisível na constituinte: com a palavra os povos indígenas (1986-1988). História Revista, Goiânia, v. 22, n. 1, p. 71–87, 2017. DOI: 10.5216/hr.v22i1.45253. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/45253. Acesso em: 7 jul. 2022.