"No pó dos velhos archivos descurados"

a fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte e a invenção do passado potiguar (1902-1903)

Autores

  • Magno Francisco de Jesus Santos UFRN

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v25i1.44788

Resumo

29 de março de 1902. Nas instalações do Atheneu, na sala onde funcionava a Biblioteca Pública Estadual, ocorreu uma reunião solene, com alguns dos principais nomes da intelectualidade norte-rio-grandense. Ao iniciar a reunião, Olympio Manuel dos Santos Vital destacou a relevância do momento para o mundo das letras na cultura potiguar, pois o estado finalmente passava a abrigar uma instituição voltada para a preservação da memória estadual e com o desígnio de promover a escrita da história pátria e, especialmente, do Rio Grande do Norte. Nascia assim o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, instituição que se tornou, ao longo do século XX, o principal centro de produção historiográfica do estado. Nesse texto propomos analisar os discursos acerca da fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte as concepções de escrita da história local defendidas no âmbito institucional nos seus primeiros anos de funcionamento.

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Biografia do Autor

Magno Francisco de Jesus Santos, UFRN

Professor do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História da UFRN. Doutor em História na UFF

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Publicado

2020-09-16

Como Citar

SANTOS, M. F. de J. "No pó dos velhos archivos descurados": a fundação do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte e a invenção do passado potiguar (1902-1903). História Revista, Goiânia, v. 25, n. 1, p. 116–132, 2020. DOI: 10.5216/hr.v25i1.44788. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/44788. Acesso em: 5 jul. 2022.