OS DESASTRES DA GUERRA: ICONOLOGIA POLÍTICA DO SOFRIMENTO

Autores

  • Cristina Susigan Universidade Mckenzie de S.Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v21i2.43382

Palavras-chave:

iconologia política, fotografia, gravura

Resumo

Mesmo antes do advento da fotografia, artistas registravam os horrores da guerra através de sua arte, como forma de dar a ver a dor dos outros e perpetuar um momento histórico. Francisco de Goya, pintor espanhol, é um exemplo deste registro. Através de pinturas e gravuras que demonstravam de forma crua e forte as crueldades cometidas duranre a invasão francesa em Espanha, descreve a guerra como algo inútil, cruel e sem glória. Antes dele, em 1633, Jacques Callot, já fizera gravuras sobre os horrores da guerra. Mas será com o advento da fotografia, como meio técnico que capta o real de forma tão viva e verdadeira como a própria natureza, que o registro fotográfico se torna uma forma específica de representar a catástrofe. Neste artigo tentaremos relacionar formas de representação através das gravuras de Goya, os primeiros registros fotográficos de Mathew Brady, na guerra de Secessão americana e a iconologia política de Aby Warburg, como registros da memória.Cristina Susigan

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Biografia do Autor

Cristina Susigan, Universidade Mckenzie de S.Paulo

Professora universitária na Universidade Mckenzie de S.Paulo e pesquisadora da universidade, doutoranda

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Publicado

2016-10-09

Como Citar

SUSIGAN, C. OS DESASTRES DA GUERRA: ICONOLOGIA POLÍTICA DO SOFRIMENTO. História Revista, Goiânia, v. 21, n. 2, p. 62–79, 2016. DOI: 10.5216/hr.v21i2.43382. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/43382. Acesso em: 6 jul. 2022.