Variações do Poder Camarário na Capitania de Pernambuco: Olinda e Alagoas do Sul na segunda metade do século XVII

Autores

  • Arthur Curvelo Doutorando pelo Programa Interuniversitário de Doutoramento em História (PIUDH)/Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v21i1.38629

Palavras-chave:

Câmaras, Poder Local, Negociação, Governo, Administração, Pernambuco, Brasil Colonial, América Portuguesa

Resumo

Tendo em vista que as principais revisões historiográficas sobre as relações estabelecidas entre a monarquia portuguesa e os seus territórios ultramarinos tem considerado as Câmaras como principais instituições organizadoras dos espaços locais das conquistas, bem como canais privilegiados de articulação com o centro da monarquia, o objetivo do presente artigo está em demonstrar que poderia haver variações consideráveis no poder camarário, a depender da dimensão de recursos, espaços e competências geridos por cada edilidade. Para demonstrar a questão, se faz uma comparação entre duas câmaras da Capitania de Pernambuco no século XVII: a de Olinda, cabeça da Capitania, e a de Alagoas do Sul, uma pequena vila na sua parte meridional. Pretende-se sublinhar as competências supramunicipais da primeira e os ritmos específicos das rotinas administrativas da segunda, aferindo, assim, os efetivos graus de interferência na administração local bem como os diferentes padrões de articulação com o Centro da monarquia e com o Governo da Capitania.

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Biografia do Autor

Arthur Curvelo, Doutorando pelo Programa Interuniversitário de Doutoramento em História (PIUDH)/Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

Graduado em História pela Universidade Federal de Alagoas (2011)

Mestre em História pela Universidade Federal de Pernambuco (2014)

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Publicado

2016-09-21

Como Citar

CURVELO, A. Variações do Poder Camarário na Capitania de Pernambuco: Olinda e Alagoas do Sul na segunda metade do século XVII. História Revista, Goiânia, v. 21, n. 1, p. 70–91, 2016. DOI: 10.5216/hr.v21i1.38629. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/38629. Acesso em: 7 jul. 2022.