Eugenia bandeirista: o melhoramento da raça brasileira como falso propósito de saúde pública

Autores

  • George Leonardo Seabra Coelho Universidade Federal do Tocantins

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v20i2.36988

Palavras-chave:

Nação, Higiene, Educação Física

Resumo

Neste artigo avaliaremos como os temas da Saúde Pública e da eugenia são apropriados pelo Movimento Bandeira e divulgado pela revista S. Paulo e pelo jornal Anhanguera. Não consideramos que esses temas sejam exclusivos do ideário bandeirista, visto que, esse debate já estava posto pelos higienistas e eugenistas no início do século XX, assim como, já havia sido tratado pela escrita literária de Monteiro Lobato. Mesmo que a relação entre Saúde Pública e eugenia não seja inaugurada com o ideário bandeirista, esse grupo ainda não estudado pela historiografia brasileira apresentou uma forma peculiar de abordar o tema da Saúde Pública e da eugenia. Nesse sentido, demonstraremos como o ideário deste grupo se colocou na arena política da década de trinta como mais uma proposta autoritária de remodelação da Nação.

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Biografia do Autor

George Leonardo Seabra Coelho, Universidade Federal do Tocantins

Doutor em História pela UFG, e atualmente é Professor adjunto do Curso em Licenciatura em Educação do Campo - Habilitação em Artes Visuais e Música da UNiversidade Federal do Tocantins e também colabora com o Curso de Pedagogia da UFT-Campus Arraias-UFT

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Publicado

2015-11-24

Como Citar

COELHO, G. L. S. Eugenia bandeirista: o melhoramento da raça brasileira como falso propósito de saúde pública. História Revista, Goiânia, v. 20, n. 2, p. 40–59, 2015. DOI: 10.5216/hr.v20i2.36988. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/36988. Acesso em: 26 jun. 2022.