Um médico sem fronteiras: a trajetória de Joffre Marcondes de Rezende e a definição de uma nova forma clínica da doença de Chagas

Autores

  • Tamara Rangel Vieira Casa de Oswaldo Cruz - Fundação Oswaldo Cruz

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v20i2.36946

Palavras-chave:

doença de Chagas, Goiás, Joffre Marcondes de Rezende

Resumo

o texto evidencia o processo que levou ao reconhecimento do megaesôfago como manifestação clínica da doença de Chagas – hoje plenamente aceita e enquadrada na forma digestiva da doença. A possibilidade dessa relação foi levantada pelo próprio Carlos Chagas no início do século XX, mas só foi retomada com força nos anos 40 pelos clínicos que atuavam no Brasil Central. Entre estes destaco Joffre Rezende, que em 1956 publicou artigo no qual a doença de Chagas foi categoricamente considerada causa do megaesôfago. Dada a relevância dessa questão no cenário médico nacional e o protagonismo de Rezende neste debate, que gerou núcleos de resistência na comunidade médica nacional, mas também aliados, sua trajetória será o fio condutor da análise que toma por base periódicos científicos, depoimentos e correspondência institucional e pessoal.

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Biografia do Autor

Tamara Rangel Vieira, Casa de Oswaldo Cruz - Fundação Oswaldo Cruz

Departamento de Pesquisa da Casa de Oswaldo Cruz

Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz

Área: História das Ciências

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Publicado

2015-11-24

Como Citar

RANGEL VIEIRA, T. Um médico sem fronteiras: a trajetória de Joffre Marcondes de Rezende e a definição de uma nova forma clínica da doença de Chagas. História Revista, Goiânia, v. 20, n. 2, p. 98–119, 2015. DOI: 10.5216/hr.v20i2.36946. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/36946. Acesso em: 2 jul. 2022.