A medicalização da força de trabalho: a instituição de um modelo de saúde através da publicidade na década de 1930

Autores

  • Gabriel Kenzo Rodrigues Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v20i2.34908

Palavras-chave:

História da saúde, publicidade e propaganda, administração científica do trabalho

Resumo

A implantação de um ideal racional-cientificista, para o trabalhador urbano nas primeiras décadas do século XX, ocorreu consoante a uma alteração na representação de saúde, que deveria refletir o corpo saudável em termos de produtividade. Muitos laboratórios farmacêuticos passaram a produzir uma publicidade que estabelecesse interlocução com estas exigências, apresentando os medicamentos como os produtos que garantiriam a permanência do trabalhador no âmbito da competividade urbana acirrada, mantendo, desta forma, a possibilidade de venda de sua força de trabalho no mercado.

 

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Biografia do Autor

Gabriel Kenzo Rodrigues, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

- Mestre em História Social pela PUC-SP (2013-2015; financiamento CAPES)

- Bacharelado e licenciatura em História pela mesma instituição (2009-2012)

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Publicado

2015-11-24

Como Citar

RODRIGUES, G. K. A medicalização da força de trabalho: a instituição de um modelo de saúde através da publicidade na década de 1930. História Revista, Goiânia, v. 20, n. 2, p. 20–39, 2015. DOI: 10.5216/hr.v20i2.34908. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/34908. Acesso em: 2 jul. 2022.