O selo da honestidade: a virgindade e o controle moral do corpo

Autores

  • Magna Lima Magalhães Universidade Feevale
  • Claudia Schemes Centro Universitário Feevale

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v20i2.34792

Palavras-chave:

corpo, defloramento, mulher

Resumo

Este artigo analisa a questão do controle do corpo feminino e a importância e valorização da virgindade para as mulheres na cidade de Novo Hamburgo (RS) nos anos 1930 que, para serem consideradas honradas, deveriam manter sua virgindade até o casamento e, portanto, distanciar-se dos apelos da sexualidade. Nossas reflexões serão realizadas através da utilização dos processos-crime que envolvem o defloramento na cidade citada e que nos permitem observar quais eram as condutas morais e as representações construídas sobre a mulher deflorada.

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Biografia do Autor

Magna Lima Magalhães, Universidade Feevale

Possui graduação em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1995) e doutorado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2010). Atualmente é professora da Universidade Feevale, no Mestrado em Processos e Manifestações Culturais e do curso de História. Líder do grupo de pesquisa Cultura e Memória da Comunidade e coordenado do Centro de Documentação e Memória-Feevale.

Claudia Schemes, Centro Universitário Feevale

Possui graduação em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos ? UNISINOS (1987 ), mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo - USP (1996) e doutorado pela Pontifícia Universidade Católica do RS - PUC (2006). Professora dos cursos de graduação de História e Moda e Mestrado em Processos e Manifestações Culturais da Universidade Feevale (Novo Hamburgo/RS). Autora dos livros Festas Cívicas e Esportivas: Um estudo comparativo dos governos Vargas e Perón (Ed. Feevale, 2005); Memória do Setor Coureiro-Calçadista: Pioneiros e Empreendedores do Vale do Rio dos Sinos (Ed. Feevale, 2003) entre outros.

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Publicado

2015-10-24

Como Citar

MAGALHÃES, M. L.; SCHEMES, C. O selo da honestidade: a virgindade e o controle moral do corpo. História Revista, Goiânia, v. 20, n. 2, p. 120–138, 2015. DOI: 10.5216/hr.v20i2.34792. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/34792. Acesso em: 27 jun. 2022.