Mulher, casamento e trabalho: um triângulo que não fecha?

Autores

  • Maria Beatriz Nader Universidade Federal do Espírito Santo/ GTGênero ANPUH

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v19i3/30930

Palavras-chave:

Mulher, Trabalho, Casamento

Resumo

Nas últimas três décadas do século XX, Vitória passou por mudanças radicais em sua estrutura sociocultural em virtude das transformações econômicas promovidas pela decadência do modelo primário-exportador, do aumento desenfreado de sua população e da implantação de grandes indústrias. A dinâmica econômica que se processou na cidade caracterizou uma sociedade multifacetada, cujo cotidiano sofreu transformações profundas, mudando a vida pacata de seus habitantes, em particular, das mulheres vitorienses. O mercado de trabalho, secundário e terciário, proporcionou-lhes possibilidades até então nunca vistas na cidade. A participação delas no mundo público permitiu-lhes alterar costumes que as atrelavam à família e ao casamento, sendo esse último considerado o objetivo primordial de suas vidas.

 

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Biografia do Autor

Maria Beatriz Nader, Universidade Federal do Espírito Santo/ GTGênero ANPUH

sou professora do Programa de Pos-graduação (mestrado e doutorado) em História Social das Relações Políticas, da UFES e coordeno o Laboratório de Estudos de Gênero, Poder e Violência. Atualmente coordeno o Curso de Pos graduação lato sensu em Gestão de Politicas Públicas em Gênero e Raça , que está em sua segunda edição.

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Publicado

2016-01-14

Como Citar

NADER, M. B. Mulher, casamento e trabalho: um triângulo que não fecha?. História Revista, Goiânia, v. 19, n. 3, p. 89–126, 2016. DOI: 10.5216/hr.v19i3/30930. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/30930. Acesso em: 27 jun. 2022.