A prática da mística e a construção de uma memória histórica no MST

Autores

  • Fabiano Coelho Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v22i1.30284

Palavras-chave:

MST, mística, memória histórica.

Resumo

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) se tornou uma referência significativa nos processos de lutas pela terra no Brasil, desde que fora organizado na década de 1980. Internamente, o Movimento sistematizou uma sólida estrutura organizacional com características particulares. No interior de sua organização existe uma prática denominada “mística” e que é visualizada por seus militantes como a “alma” do MST. Neste sentido, o trabalho reflete sobre a mística no MST, em especial, como essa prática é significativa para o Movimento investir na construção de sua memória histórica.

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Biografia do Autor

Fabiano Coelho, Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD

Doutor em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Grande Dourados (PPGH/UFGD). Mestre em História pelo PPGH/UFGD (2010). Graduado em História pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS/CPTL (2007). Professor Adjunto do Curso de História da UFGD. Possui trabalhos publicados em livros, periódicos e anais de eventos científicos. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: movimentos sociais, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), reforma agrária, luta pela terra, história e representações, história e imprensa, história cultural, história do tempo presente.

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Publicado

2017-09-08

Como Citar

COELHO, F. A prática da mística e a construção de uma memória histórica no MST. História Revista, Goiânia, v. 22, n. 1, p. 119–138, 2017. DOI: 10.5216/hr.v22i1.30284. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/30284. Acesso em: 5 jul. 2022.