A crítica à retrodição e à noção meca nicista de progresso: Nietzsche, Benjamin e Guha - doi: 10.5216/hr.v15i2.14133

Autores

  • José Costa D'Assunção Barros

DOI:

https://doi.org/10.5216/hr.v15i2.14133

Palavras-chave:

retrodição, teleologia, historiografia, Nietzsche, Walther Benjamin

Resumo

Este artigo objetiva refletir sobre a crítica contemporânea à noção mecanicista de “progresso” e, ainda mais especificamente, sobre o problema metodológico da “retrodição” historiográfica. É discutida inicialmente a questão do finalismo na abordagem teleológica da História, e, na sequência, examina-se a verdadeira questão que envolve este e outros problemas presentes na construção das explicações historiográficas: a retrodição. Depois de esclarecimentos teórico-metodológicos sobre a questão, com exemplos historiográficos, desenvolvemos comentários mais específicos sobre alguns autores que elaboraram uma percepção acerca deste problema, entre os quais Friedrich Nietzsche, Walther Benjamin, Ranajit Guha, Christopher Hill e Josep Fontana.

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Publicado

2011-05-08

Como Citar

BARROS, J. C. D. A crítica à retrodição e à noção meca nicista de progresso: Nietzsche, Benjamin e Guha - doi: 10.5216/hr.v15i2.14133. História Revista, Goiânia, v. 15, n. 2, p. 341–372, 2011. DOI: 10.5216/hr.v15i2.14133. Disponível em: https://revistas.ufg.br/historia/article/view/14133. Acesso em: 24 set. 2022.

Edição

Seção

Artigos