Resistência antimicrobiana de amostras de Staphylococcus aureus isoladas de recém-nascidos saudáveis

Autores

  • Marcelle Paiano Faculdade Ingá
  • João Bedendo Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v11i4.33238

Palavras-chave:

Staphylococcus aureus, Resistência medicamentosa, Criança

Resumo

Staphylococcus aureus oxacilina resistente é um dos principais patógenos associados à etiologia das infecções nosocomiais. Em recém-nascidos, a transmissão de S. aureus pode ocorrer durante o parto, mas também por meio de contato com familiares, profissionais da saúde e ambiente. O estudo foi realizado num hospital universitário no período de fevereiro a abril de 2007 e teve como objetivo determinar a freqüência de portadores nasais de S. aureus entre recém-nascidos saudáveis, verificar o perfil de susceptibilidade das espécies isoladas frente aos antimicrobianos usualmente empregados na prática clínica e identificar a presença do gene mecA, que codifica a resistência a oxacilina. S. aureus foram isolados em 45 (90%) dos 50 indivíduos estudados e a resistência à oxacilina, determinada pelo método da Concentração Inibitória Mínima, foi observada em 5 amostras (11,1%). Destas amostras, em 4 (80%) foi detectada a presença do gene mecA. Destarte, os profissionais de saúde precisam estar particularmente atentos para a identificação de carreadores de S. aureus; pois estão diretamente envolvidos no cuidado e devem tomar precauções para controlar e prevenir sua disseminação.

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Biografia do Autor

Marcelle Paiano, Faculdade Ingá

Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Professora do Departamento de Enfermagem da Faculdade Ingá - Uningá. Maringá, PR. E-mail: marcellepaiano@hotmail.com.

João Bedendo, Universidade Estadual de Maringá

Enfermeiro. Doutor em Enfermagem. Professor do Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá. Maringá, PR. E-mail: jbedendo@uem.br.

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Publicado

31/12/2009

Como Citar

1.
Paiano M, Bedendo J. Resistência antimicrobiana de amostras de Staphylococcus aureus isoladas de recém-nascidos saudáveis. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 31º de dezembro de 2009 [citado 29º de junho de 2022];11(4):841-6. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fen/article/view/33238

Edição

Seção

Artigo Original