Papéis, conflitos e gratificações do enfermeiro de serviços abertos de assistência psiquiátrica

Autores

  • Raphael Valentino Marques de Lima Faculdade de Enfermagem/UFG
  • Luiz Jorge Pedrão Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
  • Janaína Guerra Gonçalves Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
  • Margarita Antonia Villar Luis Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v12i2.10358

Palavras-chave:

Frente ao processo de transformação da assistência psiquiátrica, o papel de agente terapêutico é preconizado como um dos principais papéis do enfermeiro desta área específica, e, este estudo, objetivou identificar os papéis, conflitos e gratificações do e

Resumo

Frente ao processo de transformação da assistência psiquiátrica, o papel de agente terapêutico é preconizado como um dos principais papéis do enfermeiro desta área específica, e, este estudo, objetivou identificar os papéis, conflitos e gratificações do enfermeiro de serviços abertos de assistência psiquiátrica. Trata-se de um estudo descritivo exploratório, onde foi utilizado um questionário, aplicado a onze enfermeiros dos serviços em questão, na cidade de Ribeirão Preto – São Paulo - Brasil. Os resultados mostraram que a maioria está na faixa etária entre 31 e 40 anos e possuem curso de especialização. Três cursaram mestrado e um cursou doutorado. Como papéis, destacaram os específicos do enfermeiro e os administrativos. Como conflitos, apontaram as condições de trabalho, a baixa remuneração, o não reconhecimento da sua liderança e a falta de recursos. O reconhecimento profissional e a reabilitação do portador de transtorno mental constituíram-se nas gratificações relatadas, permitindo concluir que esses enfermeiros identificam com propriedade o seu papel, apontam dificuldade para desempenhar parte deles, principalmente, frente às situações que enfrentam, identificam os seus conflitos e mostraram-se gratificados pelo reconhecimento da contribuição do seu trabalho na reabilitação do portador de transtorno mental, preservando, assim, certo idealismo relativo ao exercício de sua profissão.

Descritores: Saúde mental; Enfermagem psiquiátrica; Papel do profissional de enfermagem.

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Biografia do Autor

Raphael Valentino Marques de Lima, Faculdade de Enfermagem/UFG

Enfermeiro, ex-bolsista iniciação científica Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo . Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Luiz Jorge Pedrão, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto

Enfermeiro, Doutor em Enfermagem. Professor Doutor, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Janaína Guerra Gonçalves, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto

Enfermeira, Mestranda em Enfermagem, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Margarita Antonia Villar Luis, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto

Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professora Titular, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, SP, Brasil.

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Publicado

05/07/2010

Como Citar

1.
Lima RVM de, Pedrão LJ, Gonçalves JG, Luis MAV. Papéis, conflitos e gratificações do enfermeiro de serviços abertos de assistência psiquiátrica. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 5º de julho de 2010 [citado 28º de maio de 2022];12(2):348-53. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fen/article/view/10358

Edição

Seção

Artigo Original