Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras

Autores

  • Tarcísio Mauro Vago Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil tmvago@gmail.com

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v25.70754

Palavras-chave:

Educação Física; Escola; Estudantes; Pandemia.

Resumo

Pensar a vida dos sujeitos-Estudantes é condição para pensar o impacto da pandemia na Educação Física e fortalecer uma escolha inadiável: a potência política e cultural contida no alargamento das fronteiras da Educação Física para reconhecer em seu programa os saberes de povos diversos que constituem o povo brasileiro (povos originários, povos afro-ameríndios, povos latino-americanos, povos do campo) e também os saberes produzidos pelos sujeitos coletivos em espaços diversos das cidades. Pois foram esses povos que a pandemia mais atingiu e mais matou. A Educação Física da Escola não pode ficar indiferente. Seu tributo é uma resposta histórica para o dia que nascerá: acolher suas culturas tornando-as vivas e visíveis em seu programa de ensino – uma Educação Física polifônica.

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Biografia do Autor

Tarcísio Mauro Vago, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil tmvago@gmail.com

Professor Titular da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG

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Publicado

2022-02-25

Como Citar

MAURO VAGO, T. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. Pensar a Prática, Goiânia, v. 25, 2022. DOI: 10.5216/rpp.v25.70754. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fef/article/view/70754. Acesso em: 27 set. 2022.

Edição

Seção

Seção temática - Covid 19 e os desafios para a Educação Física