Atividade física nas prioridades da OMS:

ensaio teórico a partir da determinação social de saúde

Autores

  • Wedson Guimarães Nascimento Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - UNESP Rio Claro
  • Erik Vinicius de Orlando Dopp Universidade Estadual Paulista – “Júlio de Mesquita Filho” – Unesp/Rio Claro Núcleo de Atividade Física, Esporte e Saúde - NAFES
  • Ana Elisa Messeti Christofoletti Universidade Estadual Paulista – “Júlio de Mesquita Filho” – Unesp/Rio Claro Núcleo de Atividade Física, Esporte e Saúde - NAFES
  • Priscila Missaki Nakamura Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – Campus Muzambinho
  • Heitor Martins Pasquim Universidade Federal de Goiás - Faculdade de Educação Física e Dança

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v23.61098

Palavras-chave:

Sistema Único de Saúde, Saúde Pública, Atenção Primária à Saúde, Brasil

Resumo

Pretende-se debater a indução internacional de políticas de promoção de atividade física no Brasil, tomando o plano de ação global da OMS, More Active People For a Healthier World, como documento norteador, o Sistema Único de Saúde como contexto, e a perspectiva da determinação social da saúde como fundamentação teórica. Advoga-se deslocar a inatividade física do combate às DCNT para integrar a atividade física às políticas de promoção de saúde na Atenção Primária, tomando as condições crônicas como processo de mediação. Reconhecemos que as orientações da OMS têm forte poder de indução, todavia, não garante resultados. Estudos futuros poderão mapear como os gestores cumpriram o plano de ação da OMS, tendo em vista o contexto de saúde brasileiro.

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Publicado

30-11-2020

Como Citar

Nascimento, W. G., Dopp, E. V. de O., Christofoletti, A. E. M., Nakamura, P. M., & Pasquim, H. M. (2020). Atividade física nas prioridades da OMS:: ensaio teórico a partir da determinação social de saúde. Pensar a Prática, 23. https://doi.org/10.5216/rpp.v23.61098

Edição

Seção

Ensaios