LACTATO SANGUÍNEO E PERCEPÇÃO SUBJETIVA DE ESFORÇO EM LUTA SIMULADA POR ATLETAS DE MMA

Autores

  • André Filipe Lopes Siqueira Universidade de Pernambuco
  • Antonio Arruda Universidade de Pernambuco (UPE), Petrolina, PE, Brasil
  • Paulo Adriano Schwingel Universidade de Pernambuco (UPE), Petrolina, PE, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v19i3.40015

Palavras-chave:

Artes Marciais, Rendimento Atlético, Lactato Sanguíneo

Resumo

Material and methods: Participaram do estudo, seis atletas de MMA com Massa corporal de 74,3kg. Foram realizados 3 rounds de cinco minutos de combate para cada lutador, sendo avaliado o lactato sanguíneo em repouso, bem como, após o término de cada round (1º e 2º), imediatamente após o término do último round, cinco e sete minutos após o término da luta. A PSE foi avaliada imediatamente após o término do combate dos participantes.

Results: Os resultados indicam que durante lutas de MMA os atletas utilizam altas demandas de energia glicolítica, sugerindo que as vias anaeróbias são fortemente utilizadas pelos atletas durante o combate. Com LAC médio em repouso de 2,6±0,5 alcançando valores de LAC de 8,3±0,4 no 1º round, 10,5±0,3 no 2º round, 11,7±0,6 no 3º round, bem como de 12,7±0,6 e 11,5±1,1 cinco e sete minutos após o término da luta respectivamente. Os valores de PSE encontrados foram de 18,0±0,9.

Conclusão: Devido a valores altos de Lactato, bem como PSE, pode-se inferir que esta modalidade apresenta uma intensidade e dificuldade extremamente elevada. Com base nesta investigação, é possível entender melhor as demandas fisiológicas do MMA.

Palavras-Chave: Artes Marciais; Rendimento Atlético; Lactato Sanguíneo

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Biografia do Autor

André Filipe Lopes Siqueira, Universidade de Pernambuco

Fisioterapeuta colaborador no Laboratório de Pesquisa em Desempenho Humano da Universidade de Pernambuco

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Publicado

2016-09-30

Como Citar

SIQUEIRA, A. F. L.; ARRUDA, A.; SCHWINGEL, P. A. LACTATO SANGUÍNEO E PERCEPÇÃO SUBJETIVA DE ESFORÇO EM LUTA SIMULADA POR ATLETAS DE MMA. Pensar a Prática, Goiânia, v. 19, n. 3, 2016. DOI: 10.5216/rpp.v19i3.40015. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fef/article/view/40015. Acesso em: 25 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais