FORMAÇÃO TERRITORIAL DO CEARÁ: DAS 16 VILAS ORIGINAIS AOS 184 MUNICÍPIOS ATUAIS - DOI 10.5216/bgg.v35i1.35484

Autores

  • Vládia da Silva Universidade Federal de Goiás
  • Francisco Amaro Gomes de Alencar

DOI:

https://doi.org/10.5216/bgg.v35i1.35484

Resumo

Este artigo discorre sobre a formação político-administrativa e a divisão territorial do Ceará, atentando para a gênese dos fenômenos que resultaram na criação de novos municípios. Para tanto, recorremos ao processo de ocupação do território cearense, pois compreendemos que os conflitos decorrentes da criação de novas
células administrativas têm suas raízes nos primórdios da constituição territorial do Ceará. Sobre esta premissa, objetivamos analisar as relações de poder que estão no cerne das emancipações municipais ocorridas nesse Estado. A metodologia utilizada para alcançar tal fim condiz com um estudo teórico detalhado, com base em uma
revisão de literatura sobre a formação territorial do Ceará e o fenômeno de emancipação político-administrativa. De acordo com essa proposta de investigação, chegamos à conclusão de que o anseio de emancipação está envolvido em fortes relações que só são passíveis de compreensão mediante o entendimento do que corresponde ao poder, ao território e ao Estado.
Palavras-chave: divisão territorial, emancipações municipais, relações de poder.

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Publicado

2015-03-19

Como Citar

DA SILVA, V.; AMARO GOMES DE ALENCAR, F. FORMAÇÃO TERRITORIAL DO CEARÁ: DAS 16 VILAS ORIGINAIS AOS 184 MUNICÍPIOS ATUAIS - DOI 10.5216/bgg.v35i1.35484. Boletim Goiano de Geografia, Goiânia, v. 35, n. 1, p. 53–69, 2015. DOI: 10.5216/bgg.v35i1.35484. Disponível em: https://revistas.ufg.br/bgg/article/view/35484. Acesso em: 18 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos