Territórios de errância: uma análise da rede territorial cigana na Bahia, com ênfase às cidades de Governador Mangabeira e Cruz das Almas - DOI 10.5216/ag.v3i1.6258

Autores

  • Márcio E. Dantas Estevam UFBA

DOI:

https://doi.org/10.5216/ag.v3i1.6258

Resumo

Este artigo propõe analisar a territorialidade cigana no Recôncavo Baiano focalizando os municípios de Governador Mangabeira e Cruz das Almas. Tendo o território como conceito base da pesquisa, em sua vertente relacional, onde a territorialidade pressupõe relações de poder projetadas em um substrato referencial. A territorialidade cigana é entendida neste estudo como multiescalar, sendo sua análise permeada pelas escalas urbana e regional. O conceito de território foi selecionado justamente para alicerçar uma análise das relações de poder exercidas pelos ciganos no contexto trabalhado. Observaram-se ainda as varias relações entre os grupos ciganos localizados em diversos municípios, que delimitam um espaço apropriado de escala maior, configurando-se o território-rede. Quanto aos procedimentos metodológicos, utilizou-se o cruzamento entre métodos qualitativos e quantitativos, tendo como suporte a Nova Geografia Cultural. Palavras-Chave: Território, Redes, Ciganos, Cultura. Ateliê

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Publicado

2009-05-14

Como Citar

ESTEVAM, M. E. D. Territórios de errância: uma análise da rede territorial cigana na Bahia, com ênfase às cidades de Governador Mangabeira e Cruz das Almas - DOI 10.5216/ag.v3i1.6258. Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 3, n. 1, p. 121–141, 2009. DOI: 10.5216/ag.v3i1.6258. Disponível em: https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/6258. Acesso em: 5 mar. 2024.

Edição

Seção

Artigos