As paisagens do Rio Pardo desvendada pela comunidade Ribeirinha no Sudoeste da Bahia: Conversações entre o percebido e o vivido - DOI 10.5216/ag.v4i12.12789

Autores

  • Nádia Sampaio FETAG
  • Maria Augusta Mundim Vargas UFS

Resumo

A comunidade ribeirinha na região Sudoeste do Estado da Bahia em Itambé tem passado por transformações no seu modo de vida. Essas modificações na reorganização do espaço ribeirinho promovem o desmanche de suas práticas culturais, dos conhecimentos tradicionais, dos valores coletivos e cotidianamente construídos, interferindo na preservação da identidade e territorialidade ribeirinha. Ao ouvi-los, observou-se estarem presentes as características que os identificam como tais e ainda mantém viva na memória a história que os construíram como ribeirinhos. O rio Pardo é o elemento de maior simbologia na paisagem e a percepção dos mesmos é respaldada pela visão de mundo permeada por suas águas. No entanto, a realidade vivida os direcionam a negação da continuidade desse modo peculiar de viver e os conduzem à invisibilidade dos sujeitos e da comunidade. Destarte, acredita-se que medidas emergenciais devam ser tomadas a fim de evitar a invisibilidade ribeirinha. Nesse contexto urge uma ação mais efetiva do poder público voltado para alternativas de preservação da memória social bem como para a recuperação do ambiente ribeirinho, sejam suas águas e margem, sejam as condições de habitação dos atuais moradores.

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Publicado

2011-12-25

Como Citar

SAMPAIO, N.; VARGAS, M. A. M. As paisagens do Rio Pardo desvendada pela comunidade Ribeirinha no Sudoeste da Bahia: Conversações entre o percebido e o vivido - DOI 10.5216/ag.v4i12.12789. Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 4, n. 4, p. 147–177, 2011. Disponível em: https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/16669. Acesso em: 15 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos