O Teatro Anímico de Fernando Pessoa

Autores

  • Maria Lúcia Fabrini Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Perdizes, São Paulo - SP Brasil.

Palavras-chave:

Teatro Anímico, Fernando Pessoa, Psicologia Arquetípica, Mito

Resumo

Nos textos em prosa sobre Estética, Fernando Pessoa lança instigantes reflexões sobre o que ele chama de “teatro estático” ou ainda “teatro do êxtase”. Em meio a outras colocações, tais como, a criação dramática e a cultura da época, a diferença entre o romance e o drama, e mesmo a arte de representar, ele chama de teatro estático aquele em que o enredo dramático não constitui ação; é um teatro em que as personagens não agem nem se deslocam, nem dialogam sobre deslocarem-se, mas nem sequer têm sentidos capazes de produzir uma ação; onde não há conflito nem perfeito enredo.

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Biografia do Autor

Maria Lúcia Fabrini, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Perdizes, São Paulo - SP Brasil.

Pesquisadora da área de literatura e da mitologia e das relações interculturais entre Índia, Brasil e América Latina. É autora dos livros: "Topografia Poética: Octavio Paz e a Índia (São Paulo: Annablume, 1995)" e "O Cabeça de Elefante e Outras Histórias da Mitologia Indiana (São Paulo: Cosac&Naify, 202)". É doutora em literatura (1987), com a tese "(A) Inteiração Lua/Sol no Lance de Dados do Espelho Interior (Uma Leitura do Mito Solar na Versão Mallarmaica de Quatro Contos Indianos)", sob orientação do Prof. Dr. Fernando Segolim, defendida na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

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Publicado

2015-03-31

Como Citar

FABRINI, M. L. O Teatro Anímico de Fernando Pessoa. Arte da Cena (Art on Stage), Goiânia, v. 1, n. 2, p. 120–129, 2015. Disponível em: https://revistas.ufg.br/artce/article/view/34772. Acesso em: 23 jun. 2024.