Da filosofia como forma de vida: a insurreição dos governados e a ontologia histórica de nós mesmos em Michel Foucault

Autores

  • Rodrigo Diaz de Vivar y Soler Universidade Regional de Blumenau, Blumenau, Santa Catarina, Brasil, diazsoler@gmail.com

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v23i2.49564

Palavras-chave:

Michael Foucaut, Insurreição, Biopolítica, Governamentalidade, Ontologia histórica de nós mesmos

Resumo

Este artigo possui a finalidade de apresentar as correlações entre a filosofia como forma de vida e as insurreições dos governados a partir de uma leitura foucualtiana em torno da ontologia histórica de nós mesmos. Num primeiro momento, procura-se estabelecer uma leitura acerca da problematização empreendida por Foucault em torno da biopolítica compreendida como governo da vida na nossa modernidade a partir da formação de certos dispositivos de controle e de assujeitamentos através da articulação entre as estratégias de saber, das práticas de poder e dos processos de subjetivação. Já o segundo momento é dedicado a pensar os traços fundamentais da parresía como prática aletúrgica de uma manifestação cínica do escândalo da verdade. As considerações finais são dedicadas a pensar, a partir de Foucault, as experiências éticas a partir de uma dimensão ontológica cuja atitude é a sublevação de forças necessárias para a produção de novas práticas de liberdade.    

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Biografia do Autor

Rodrigo Diaz de Vivar y Soler, Universidade Regional de Blumenau, Blumenau, Santa Catarina, Brasil, diazsoler@gmail.com

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Publicado

2019-01-07

Como Citar

DIAZ DE VIVAR Y SOLER, R. Da filosofia como forma de vida: a insurreição dos governados e a ontologia histórica de nós mesmos em Michel Foucault. Philósophos - Revista de Filosofia, Goiânia, v. 23, n. 2, 2019. DOI: 10.5216/phi.v23i2.49564. Disponível em: https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/49564. Acesso em: 24 maio. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais