Da filosofia como forma de vida: a insurreição dos governados e a ontologia histórica de nós mesmos em Michel Foucault

  • Rodrigo Diaz de Vivar y Soler Universidade Regional de Blumenau, Blumenau, Santa Catarina, Brasil, diazsoler@gmail.com
Palavras-chave: Michael Foucaut, Insurreição, Biopolítica, Governamentalidade, Ontologia histórica de nós mesmos

Resumo

Este artigo possui a finalidade de apresentar as correlações entre a filosofia como forma de vida e as insurreições dos governados a partir de uma leitura foucualtiana em torno da ontologia histórica de nós mesmos. Num primeiro momento, procura-se estabelecer uma leitura acerca da problematização empreendida por Foucault em torno da biopolítica compreendida como governo da vida na nossa modernidade a partir da formação de certos dispositivos de controle e de assujeitamentos através da articulação entre as estratégias de saber, das práticas de poder e dos processos de subjetivação. Já o segundo momento é dedicado a pensar os traços fundamentais da parresía como prática aletúrgica de uma manifestação cínica do escândalo da verdade. As considerações finais são dedicadas a pensar, a partir de Foucault, as experiências éticas a partir de uma dimensão ontológica cuja atitude é a sublevação de forças necessárias para a produção de novas práticas de liberdade.    

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Biografia do Autor

Rodrigo Diaz de Vivar y Soler, Universidade Regional de Blumenau, Blumenau, Santa Catarina, Brasil, diazsoler@gmail.com
Publicado
07-01-2019
Como Citar
Diaz de Vivar y Soler, R. (2019). Da filosofia como forma de vida: a insurreição dos governados e a ontologia histórica de nós mesmos em Michel Foucault. Philósophos - Revista De Filosofia, 23(2). https://doi.org/10.5216/phi.v23i2.49564
Seção
Artigos Originais