A teoria republicana da justiça

Autores

  • Alberto Paulo Neto Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Londrina, Paraná, Brasil, apnsophos@yahoo.com.br https://orcid.org/0000-0003-2322-1984

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v23i2.47800

Palavras-chave:

Republicanismo, Justiça, Liberdade, Philip Pettit

Resumo

A teoria republicana da justiça representa a compreensão que os indivíduos, para não serem dominados na vida social e pública, necessitam da estrutura organizacional do Estado democrático de direito para realizarem os seus projetos de vida. A questão da justiça está centrada na implementação social do ideal de liberdade como não-dominação. Ela se refere às relações sociais fundadas sob o princípio da igualdade de tratamento e oportunidades. A teoria política de Philip Pettit propõe a aplicação do teste do globo ocular como sendo a ferramenta de reconhecimento das formas de subjugação e submissão nas sociedades contemporâneas. Essa regra de teste conscientizará os indivíduos sobre as injustiças sociais e os marginalizados pela extrema pobreza e ausentes de oportunidades. Pettit estabelece dois critérios para a dedução das liberdades básicas que devem ser asseguradas pelo Estado republicano. Os critérios são a co-exercibilidade e a co-satisfação das escolhas dos indivíduos. O Estado estaria obrigado somente a garantir as liberdades básicas que passassem sob esse crivo. Os cidadãos republicanos desfrutam da condição de independentes socialmente e atuam com o objetivo de construir a sociedade democrática e inclusiva.

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Biografia do Autor

Alberto Paulo Neto, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Londrina, Paraná, Brasil, apnsophos@yahoo.com.br

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Publicado

2019-01-07

Como Citar

PAULO NETO, A. A teoria republicana da justiça. Philósophos - Revista de Filosofia, Goiânia, v. 23, n. 2, 2019. DOI: 10.5216/phi.v23i2.47800. Disponível em: https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/47800. Acesso em: 6 jul. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais