A IDEIA DE ESPAÇO NO TRATADO DA NATUREZA HUMANA, DE HUME

Autores

  • Andrea Cachel UEL

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v22i1.40949

Palavras-chave:

Espaço, imagismo, empirismo.

Resumo

Passando por uma abordagem do contexto de análise no qual Hume está inserido, o debate entre Locke e Berkeley quanto à abstração da extensão,o artigo expõe a discussão humeana acerca da ideia de espaço, a partir da sua rejeição da tese da divisibilidade infinita da extensão e da sua defesa do atomismo perceptivo. Nesse contexto, é apresentado o debate humeano que resulta na sustentação da existência dos pontos matemáticos, bem como a sua análise quanto à natureza da matemática, especialmente da geometria. Pretende-se apontar, por fim, como a concepção relacional do espaço é a forma humeana de buscar a mediação entre o atomismo perceptivo e o abstracionismo. 

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Biografia do Autor

Andrea Cachel, UEL

Professora Adjunta da Universidade Estadual de Londrina - UEL. Doutora em Filosofia pela USP. Possui graduação em Direito (2000) e em Filosofia (2002) pela Universidade Federal do Paraná,  e mestrado em Filosofia também pela Universidade Federal do Paraná (2005). Tem experiência na área de Filosofia Moderna, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia humeana, teoria do conhecimento e estética.

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Publicado

2017-07-31

Como Citar

CACHEL, A. A IDEIA DE ESPAÇO NO TRATADO DA NATUREZA HUMANA, DE HUME. Philósophos - Revista de Filosofia, Goiânia, v. 22, n. 1, p. 11–36, 2017. DOI: 10.5216/phi.v22i1.40949. Disponível em: https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/40949. Acesso em: 26 set. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais