PAPEL DA RAZÃO E DO SENTIMENTO NA PROPOSTA ÉTICA DE TUGENDHAT

Autores

  • Martina Korelc UCG

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v6i1/2.3130

Resumo

O texto pretende explicitar como, segundo Tugendhat, se dá a justificação da moral, intrínseca aos juízos morais, através de uma imbricação dos elementos racional e emotivo. Os juízos morais, enquanto procedimento racional, contêm uma pretensão de objetividade, que se pode explicar pelo imperativo categórico kantiano, interpretado como um exigir mútuo do respeito universal e imparcial aos interesses de todos. A obrigatoriedade moral, porém, pressupõe também um querer fazer parte de uma comunidade moral, a partir da qual os juízos morais passam a vincular emotivamente, através da interiorização dos sentimentos que acompanham o aprovar e o desaprovar moral. Essa explicação das exigências morais parece satisfatória para a justificação de um núcleo mínimo de normas morais partilhadas numa dada sociedade; o texto aponta para a problematicidade dessa justificação da obrigatoriedade moral nos casos em que faltam regras partilhadas ou quando se considera a não-identificação das exigências morais com o que é empiricamente aprovado na sociedade.

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Biografia do Autor

Martina Korelc, UCG

Departamento de Filosofia, UCG. Ética e Metafísica

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Publicado

16-01-2008

Como Citar

KORELC, M. PAPEL DA RAZÃO E DO SENTIMENTO NA PROPOSTA ÉTICA DE TUGENDHAT. Philósophos - Revista de Filosofia, Goiânia, v. 6, n. 1/2, 2008. DOI: 10.5216/phi.v6i1/2.3130. Disponível em: https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/3130. Acesso em: 22 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos Originais