A SOBERANIA DO ECONÔMICO NAS REFLEXÕES DE HANNAH ARENDT E ZYGMUNT BAUMAN

Autores

  • Cícero Silva Oliveira Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)

DOI:

https://doi.org/10.5216/phi.v18i1.23173

Palavras-chave:

economia, soberania, Hannah Arendt, Zygmunt Bauman

Resumo

Sob o amparo das reflexões de Hannah Arendt e Zygmunt Bauman, o presente texto sustenta que a incorporação da esfera pública pela economia de consumo, que dá origem a uma política de agenda e cooperação econômicas, constitui a condição; o ponto de apoio e extensão do consumo, inicialmente circunscrito ao âmbito econômico, à conduta modelo abrangente do sistema social. Assim, a despeito da diversidade de fenômenos de destaque implicados no problema do consumo – uma questão decisiva para a feição característica do nosso tempo –, sublinhamos que as verdadeiras causas da abrangência deste evento estão enraizadas na profunda transformação do espaço público e que, de maneira geral, sua agora franca extensão, se sustenta no modo peculiar como a sociedade moderna opera desde então.

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Biografia do Autor

Cícero Silva Oliveira, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)

Aluno de pós-graduação em filosofia (doutorado) pela Pontífice Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO). Trabalha com a linha de pesquisa de ética e filosofia política.

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Publicado

12-08-2013

Como Citar

OLIVEIRA, C. S. A SOBERANIA DO ECONÔMICO NAS REFLEXÕES DE HANNAH ARENDT E ZYGMUNT BAUMAN. Philósophos - Revista de Filosofia, Goiânia, v. 18, n. 1, p. 11–39, 2013. DOI: 10.5216/phi.v18i1.23173. Disponível em: https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/23173. Acesso em: 14 abr. 2024.

Edição

Seção

Dossiê de Artigos Originais