Manejo de plantas daninhas na estação seca: interferências na fisiologia e qualidade de frutos de limão persa

Autores

  • Maria Beatriz Bernardes Soares Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Regional Centro Norte, Pindorama, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-0772-5325
  • Juliana Altafin Galli Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Regional Centro Norte, Pindorama, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-5685-2320
  • Monica Helena Martins Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Regional Centro Norte, Pindorama, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0001-8858-0609
  • Ana Carolina Oliveira Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, Regional Centro Norte, Pindorama, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3113-7897
  • Silvano Bianco Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Jaboticabal, SP, Brasil. https://orcid.org/0000-0003-3025-7950

Resumo

A interferência de ervas daninhas em pomares cítricos jovens causa danos significativos, especialmente quando a competição ocorre durante a estação seca, quando os recursos ambientais são ainda mais escassos. Objetivou-se testar os efeitos de períodos de interferência e do manejo de plantas daninhas na fisiologia, produtividade e qualidade de frutos de limão persa, durante a estação seca. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com cinco tratamentos [capina com enxada; aplicação de glifosato; diminuição da água armazenada (março a maio); déficit hídrico crítico (junho a agosto); e déficit hídrico ao longo da estação seca (março a agosto)] e quatro repetições. A interferência de plantas daninhas durante o período de diminuição da água armazenada e déficit hídrico crítico afetou significativamente as variáveis ​​fisiológicas, produtividade e teor de sólidos totais dos frutos, mas em menor grau do que o déficit hídrico ao longo da estação seca. O controle com glifosato resultou em 1,56 e 2,53 vezes mais frutos por árvore do que a capina e o déficit hídrico ao longo da estação seca, respectivamente. O manejo químico proporcionou melhores respostas fisiológicas e produtivas do que a capina, devido ao efeito da cobertura morta de plantas daninhas na estação de déficit hídrico.

PALAVRAS-CHAVE: Citrus latifolia Tanaka, matocompetição, glifosato.

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Publicado

23-07-2021

Como Citar

SOARES, M. B. B.; GALLI, J. A.; MARTINS, M. H. .; OLIVEIRA, A. C. .; BIANCO, S. Manejo de plantas daninhas na estação seca: interferências na fisiologia e qualidade de frutos de limão persa. Pesquisa Agropecuária Tropical, [S. l.], v. 51, p. e67779, 2021. Disponível em: https://revistas.ufg.br/pat/article/view/67779. Acesso em: 19 out. 2021.

Edição

Seção

Artigo Científico