Micropropagação de Guadua chacoensis (Rojas) Londoño & P. M. Peterson

Autores

  • Thiago Sanches Ornellas Laboratório de Fisiologia do Desenvolvimento e Genética Vegetal, Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias http://orcid.org/0000-0002-6638-0937
  • Carolina Kades Marchetti Laboratório de Fisiologia do Desenvolvimento e Genética Vegetal, Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias http://orcid.org/0000-0002-2140-988X
  • Gleison Henrique de Oliveira Laboratório de Fisiologia do Desenvolvimento e Genética Vegetal, Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias http://orcid.org/0000-0001-8380-8424
  • Yohan Fritsche Laboratório de Fisiologia do Desenvolvimento e Genética Vegetal, Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias http://orcid.org/0000-0002-1048-071X
  • Miguel Pedro Guerra Universidade Federal de Santa Catarina, Laboratório de Fisiologia do Desenvolvimento e Genética Vegetal / UFSC - Campus de Curitibanos, Programa de Pós-Graduação em Ecossistemas Agrícolas e Naturais http://orcid.org/0000-0002-5319-3446

Resumo

A cadeia produtiva de bambu, no Brasil, ainda é incipiente, e tem baixa oferta de mudas devido aos métodos convencionais de propagação. Objetivou-se, aqui, estabelecer um protocolo de micropropagação para Guadua chacoensis. Explantes de matrizes cultivadas em ambiente controlado resultaram em menor contaminação, relativamente aos de plantas cultivadas em campo. A contaminação foi ainda mais reduzida quando se adicionaram 2 mL L-1 de Plant Preservative Mixture (PPMTM) ao meio de cultura, resultando em maior taxa de estabelecimento. As culturas foram multiplicadas por meio de segmentos nodais de plantas in vitro ou por divisão de touceiras em concentrações crescentes (0 µM, 10 µM, 20 µM, 30 µM ou 40 µM) de 6-Benzilaminopurina (BAP). O número de brotações aumentou com o incremento na concentração de BAP; porém, isto reduziu a taxa de enraizamento e o comprimento de raízes. Plantas aclimatizadas sob 0 %, 35 % ou 65 % de sombreamento apresentaram rendimento quântico máximo do fotossistema II (Fv/Fm) dinâmico, o qual diminuiu nos primeiros sete dias após a transferência para condições ex vitro e, em seguida, aumentou até atingir valores estáveis de 0,775, aos 17 dias. Além disso, o sombreamento aumentou as taxas de sobrevivência das plantas, em comparação ao tratamento sem sombreamento, o qual apresentou sintomas de fotoinibição e fotodano.

PALAVRAS-CHAVE: Estabelecimento in vitro de bambu, protocolo de micropropagação, fluorescência da clorofila.

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Biografia do Autor

Thiago Sanches Ornellas, Laboratório de Fisiologia do Desenvolvimento e Genética Vegetal, Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias

Departamento de Fitotecnia

Programa de Pós Graduação em Recursos Genéticos Vegetais (PPGRGV)

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Publicado

15-08-2019

Como Citar

ORNELLAS, T. S.; MARCHETTI, C. K.; DE OLIVEIRA, G. H.; FRITSCHE, Y.; GUERRA, M. P. Micropropagação de Guadua chacoensis (Rojas) Londoño & P. M. Peterson. Pesquisa Agropecuária Tropical, Goiânia, v. 49, p. e55450, 2019. Disponível em: https://revistas.ufg.br/pat/article/view/55450. Acesso em: 24 fev. 2024.

Edição

Seção

Suplemento Especial: Bambu