Trocas gasosas e produção de melancieira sob manejo de salinidade e adubação nitrogenada

Autores

  • Saulo Soares da Silva Universidade Federal de Campina Grande/Centro de Tecnologia e Recursos Naturais/Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola
  • Geovani Soares de Lima Universidade Federal de Campina Grande/Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar/Programa de Pós-Graduação em Horticultura Tropical.
  • Vera Lúcia Antunes de Lima Universidade Federal de Campina Grande/Centro de Tecnologia e Recursos Naturais/Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola
  • Hans Raj Gheyi Universidade Federal do Recôncavo da Bahia/Núcleo de Engenharia de Água e Solo/Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola
  • Lauriane Almeida dos Anjos Soares Universidade Federal de Campina Grande/Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar/Programa de Pós-Graduação em Horticultura Tropical.
  • Rômulo Carantino Lucena Moreira Universidade Federal de Campina Grande/Centro de Tecnologia e Recursos Naturais/Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola

Resumo

Na região semiárida do Brasil, é comum a ocorrência de água com elevadas concentrações de sais, fator limitante à produção agrícola. O uso de estratégias de manejo da salinidade da água é uma alternativa capaz de minimizar os efeitos deletérios do estresse sobre as plantas. Objetivou-se avaliar as trocas gasosas e a produção da melancieira ‘Sugar Baby’, sob estratégias de irrigação com águas salinas e adubação nitrogenada. O experimento foi conduzido em delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial 6 x 2, com cinco repetições, sendo seis estratégias de irrigação com águas salinas aplicadas em diferentes estádios fenológicos da cultura (controle - irrigação com água de baixa salinidade durante todo o ciclo da cultura, e estresse salino na fase vegetativa, fase vegetativa/floração, floração, frutificação e maturação dos frutos) e duas doses de nitrogênio (50 % e 100 %, equivalentes a 50 mg e 100 mg de N kg-1 de solo). Foram estudados dois níveis de salinidade da água: um com baixa e outro com alta condutividade elétrica (0,8 dS m-1 e 3,2 dS m-1, respectivamente). A salinidade de 3,2 dS m-1 na fase vegetativa/floração e na maturação dos frutos diminui a abertura estomática, a transpiração e a taxa de assimilação de CO2. A dose com 50 % de N proporciona maior taxa de assimilação de CO2 e massa fresca dos frutos. A melancieira expressa maior sensibilidade ao estresse salino nas fases vegetativa e de floração, situação que resulta em diminuição no tamanho dos frutos.

PALAVRAS-CHAVE: Citrullus lanatus, estresse salino, nitrogênio.

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Publicado

27-06-2019

Como Citar

SILVA, S. S. da; LIMA, G. S. de; LIMA, V. L. A. de; GHEYI, H. R.; SOARES, L. A. dos A.; MOREIRA, R. C. L. Trocas gasosas e produção de melancieira sob manejo de salinidade e adubação nitrogenada. Pesquisa Agropecuária Tropical, Goiânia, v. 49, p. e54822, 2019. Disponível em: https://revistas.ufg.br/pat/article/view/54822. Acesso em: 21 fev. 2024.

Edição

Seção

Artigo Científico