ESTUDO DA XILANASE EM RAÇÃO COMERCIAL DE AVES FORNECIDA A RATOS SOB CONDIÇÕES DE LABORATÓRIO

Autores

  • Celso de Paula Costa UFG
  • Lícia Vasconcelos Martins UFG
  • Benir de Oliveira UFG

Resumo

Dois experimentos foram conduzidos nos Laboratórios de Enzimologia dos Instituto de Ciências Biológicas (ICE) e no Departamento de Zootecnia da Escola de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás, objetivando determinar: a) a influência da xilanase em rações de aves fornecidas a ratos; b) a possibilidade de se empregar a xilanase em rações comerciais de monogástricos para o melhor aproveitamento de alimentos. Um total de 48 ratos albinos foram distribuídos ao acaso, em 12 gaiolas metálicas de fundo telado. O controle das dietas foi feito diariamente e as pesagens individuais foram feitas no início e final das duas semanas experimentais. O delineamento empregado foi o inteiramente casualizado, com 4 tratamentos e 3 repetições. Os tratamentos utilizados foram os seguintes: Experimento 1: Tratamento T - Ração comercial; Tratamento A - Ração comercial mais 0,02% de xilanase; Tratamento B - Ração comercial mais 0,04% de xilanase; Tratamento C - Ração comercial mais 0,06% de xilanase. Experimento 2 - Foi utilizada uma ração comercial no tratamento T, porém, os níveis de xilanase foram de 0,1; 0,2 e 0,4%, respectivamente, nos tratamentos A, B e C. As composições das rações para aves (frangos de corte, inicial), utilizadas em ambos os experimentos, são apresentadas no Quadro II. Nas condições desses dois experimentos, as seguintes conclusões podem ser tiradas: a) Os níveis crescentes de xilanase não influenciaram nos ganhos em peso, consumos de ração e conversões alimentares; b) Novos experimentos deverão ser conduzidos para o estudo de diferentes níveis de xilanase em dietas com maiores teores de fibra.

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Publicado

05-11-2007

Como Citar

COSTA, C. de P.; MARTINS, L. V.; OLIVEIRA, B. de. ESTUDO DA XILANASE EM RAÇÃO COMERCIAL DE AVES FORNECIDA A RATOS SOB CONDIÇÕES DE LABORATÓRIO. Pesquisa Agropecuária Tropical, Goiânia, v. 7, n. 1, p. 53–64, 2007. Disponível em: https://revistas.ufg.br/pat/article/view/2270. Acesso em: 17 maio. 2024.

Edição

Seção

Artigo Científico