Coberturas vegetais e doses de nitrogênio em trigo sob sistema plantio direto

Autores

  • Mariana Moreira Melero Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Engenharia, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Socioeconomia, Ilha Solteira, SP, Brasil.
  • Douglas de Castilho Gitti Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Engenharia, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Socioeconomia, Ilha Solteira, SP, Brasil.
  • Orivaldo Arf Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Engenharia, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Socioeconomia, Ilha Solteira, SP, Brasil.
  • Ricardo Antônio Ferreira Rodrigues Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Engenharia, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Socioeconomia, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Palavras-chave:

Cajanus Cajan, Crotalaria juncea, Pennisetum americanum, Triticum aestivum.

Resumo

O uso de práticas conservacionistas em sistemas de produção é fundamental para a sustentabilidade da capacidade produtiva agrícola. A utilização de diferentes coberturas vegetais pode reduzir a necessidade de fertilizantes nitrogenados em cobertura, na cultura do trigo. Este trabalho objetivou avaliar a influência de resíduos de coberturas vegetais (milheto, crotalária, guandu, milheto + crotalária, milheto + guandu e área em pousio), cultivadas anteriormente à cultura de verão (arroz), e doses de nitrogênio em cobertura (0 kg ha-1, 25 kg ha-1, 50 kg ha-1, 75 kg ha-1, 100 kg ha-1 e 125 kg ha-1), no desenvolvimento e produtividade de trigo em sistema plantio direto. O estudo foi realizado em Selvíria (MS), em 2009/2010 e 2010/2011, em Latossolo Vermelho. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 6x6. As coberturas vegetais desenvolveram-se durante agosto/outubro (2009/2010) e setembro/novembro (2010/2011), anteriormente à cultura de verão, sendo a dessecação química realizada aos 73 e 55 dias após a semeadura, respectivamente. O trigo (inverno) foi semeado em maio, em ambos os períodos, e colhido aos 113 (2009/2010) e 106 (2010/2011) dias após a emergência. Os resíduos vegetais de guandu, crotalária e milheto + crotalária, antecedendo o trigo, proporcionaram maiores produtividades do trigo, em relação à área em pousio. A produtividade do trigo apresentou resposta quadrática, em relação ao aumento da disponibilidade de nitrogênio, obtendo-se maiores produtividades com as doses de nitrogênio estimadas em 113 kg ha-1 (2010) e 98 kg ha-1 (2011).

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Biografia do Autor

Mariana Moreira Melero, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Engenharia, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Socioeconomia, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Engenheira Agrônoma, Mestranda em Agronomia, especialidade em Sistema de Produção pela UNESP de Ilha Solteira.

Douglas de Castilho Gitti, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Engenharia, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Socioeconomia, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Engenheiro Agrônomo, Mestre em Sistemas de Produção e Doutorando em Agronomia, especialidade em Sistemas de Produção pela UNESP de Ilha Solteira, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio-Economia

Orivaldo Arf, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Engenharia, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Socioeconomia, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Professor Doutor de Agronomia na UNESP de Ilha Solteira, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio-Economia.

Ricardo Antônio Ferreira Rodrigues, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Engenharia, Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Socioeconomia, Ilha Solteira, SP, Brasil.

Professor Doutor de Agronomia na UNESP de Ilha Solteira, Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos.

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Publicado

04-11-2013

Como Citar

MELERO, M. M.; GITTI, D. de C.; ARF, O.; RODRIGUES, R. A. F. Coberturas vegetais e doses de nitrogênio em trigo sob sistema plantio direto. Pesquisa Agropecuária Tropical, Goiânia, v. 43, n. 4, p. 343–353, 2013. Disponível em: https://revistas.ufg.br/pat/article/view/22481. Acesso em: 25 maio. 2024.

Edição

Seção

Ciência do Solo