Estudo do ganho de peso e duração da internação do recém-nascido pré-termo de baixo peso com a utilização do método canguru

Autores

  • Márcia Aparecida Giacomini Rodrigues
  • Maria Aparecida Tedeschi Cano Universidade de Franca

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v8i2.7032

Palavras-chave:

Método canguru, Prematuro, Ganho de peso, Tempo de internação.

Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar se o Método Canguru (MC) interfere no ganho de peso e na duração do tempo de internação do recém-nascido pré-termo de baixo peso (RNPTBP). Para isto foi realizado um estudo analítico retrospectivo, através da avaliação de prontuários médicos de 60 RNPTBP com peso de nascimento menor que 2000g que receberam assistência pelo MC, por um período de 2 horas por dia e, 60 RNPTBP que receberam assistência pelo Método Tradicional (MT), admitidos na unidade de tratamento intensivo neonatal e unidade de prematuros de uma maternidade privada na cidade de Ribeirão Preto-SP, comparando-se o ganho de peso e a duração do período de internação. Não encontramos diferenças estatisticamente significativas em relação ao ganho de peso dos RNPTBP assistidos pelo MC em relação aos RNPTBP assistidos pelo MT, 15,8 e 14,9g/dia, respectivamente. Em relação ao tempo de internação, também não encontramos diferenças estatisticamente significativas, 27,3 e 26,2 dias para os RNPTBP no MC e MT, respectivamente, porém na estratificação da amostra, os RNPTBP com idade gestacional < 30 semanas ou peso de nascimento < 1500g receberam alta 3 dias mais cedo no MC.Concluímos que o MC, nas condições deste estudo, parece não interferir significativamente no ganho de peso e no tempo de internação do RNPTBP. Ressaltamos que a utilização do MC na assistência ao RNPTBP é um modelo viável, mesmo para instituição de saúde privada.

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Publicado

28/08/2009

Como Citar

1.
Rodrigues MAG, Cano MAT. Estudo do ganho de peso e duração da internação do recém-nascido pré-termo de baixo peso com a utilização do método canguru. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 28º de agosto de 2009 [citado 1º de julho de 2022];8(2). Disponível em: https://revistas.ufg.br/fen/article/view/7032

Edição

Seção

Artigo Original