Amamentação na primeira hora de vida entre mulheres do Nordeste brasileiro: prevalência e fatores associados

Autores

  • Alyne Santana de Jesus Universidade Federal de Sergipe (UFS), São Cristóvão, Sergipe, Brasil, alyne.ufs@outlook.com
  • Monyelle Yonara Ferreira Santos Universidade Federal de Sergipe (UFS), São Cristóvão, Sergipe, Brasil, mony.yofersan@gmail.com
  • José Marcos de Jesus Santos Universidade de São Paulo (USP), Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, jsmarcos@usp.br https://orcid.org/0000-0001-5122-1469
  • Carla Kalline Alves Cartaxo Freitas Universidade Federal de Sergipe (UFS), São Cristóvão, Sergipe, Brasil, carlakalline@gmail.com
  • Rosemar Barbosa Mendes Universidade Federal de Sergipe (UFS), São Cristóvão, Sergipe, Brasil, rosemarbm@uol.com.br
  • Adriana Moraes Leite Universidade de São Paulo (USP), Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, drileite@eerp.usp.br
  • Iellen Dantas Campos Verdes Rodrigues Universidade Federal de Sergipe (UFS), São Cristóvão, Sergipe, Brasil, iellendantas@hotmail.com

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v22.58772

Palavras-chave:

Aleitamento Materno, Enfermagem Obstétrica, Período Pós-Parto, Recém-Nascido, Estudos Epidemiológicos

Resumo

Objetivo: Identificar a prevalência e os fatores associados à amamentação na primeira hora de vida. Método: Estudo transversal realizado entre março e julho de 2018 com 655 puérperas de Lagarto, Sergipe, Brasil. Utilizou-se o Qui-quadrado e Razão de Prevalência. Resultado: A prevalência da amamentação na primeira hora de vida foi de 45,5%, sendo maior entre as mulheres que planejaram a gravidez (RP= 1,26; IC95% 1,06-2,01), realizaram o pré-natal no serviço público (RP= 1,34; IC95% 1,01-2,10) e receberam orientações sobre a sua importância (RP= 1,35; IC95% 1,08-1,96). A parturição no serviço público (RP= 2,59; IC95% 1,89-4,38), o parto vaginal (RP 2,46; IC95% 1,65-5,04) e o contato pele a pele (RP= 2,60; IC95% 2,10-5,10) mostraram-se associadas à amamentação. Conclusão: A prevalência da amamentação na primeira hora de vida está aquém das recomendações da Organização Mundial de Saúde e associada a variáveis da gravidez, parturição e nascimento.

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Publicado

04/12/2020

Como Citar

1.
Jesus AS de, Ferreira Santos MY, Santos JM de J, Freitas CKAC, Mendes RB, Leite AM, Rodrigues IDCV. Amamentação na primeira hora de vida entre mulheres do Nordeste brasileiro: prevalência e fatores associados. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 4º de dezembro de 2020 [citado 23º de maio de 2022];22. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fen/article/view/58772

Edição

Seção

Artigo Original