Ser-cuidador de familiar com câncer e dependente: um olhar para a temporalidade

Autores

  • Joisy Aparecida Marchi Prefeitura Municipal de Astorga
  • Ligia Carreira Universidade Estadual de Maringá
  • Catarina Aparecida Sales Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v17i3.29276

Palavras-chave:

Cuidadores, Atenção Primária à Saúde, Enfermagem Oncológica

Resumo

Objetivou-se compreender a significação, para o ser-cuidador, da responsabilidade de assistir um familiar com câncer e dependente. Estudo fenomenológico heideggeriano realizado junto a 17 cuidadores familiares por meio de entrevistas. Foram respeitados os preceitos éticos. Da análise emergiu a seguinte temática: “Desvelando a temporalidade de conviver com o câncer no lar”. O cuidador, ora rememorou o seu vigor de ter sido e, se manteve preso a essa ek-stase, ora vislumbrou um porvir promissor e modificou o seu instante. Os profissionais que acompanham as famílias ao enaltecer o porvir podem tornar o instante realista e menos sofrido para o cuidador. Olhar para a temporalidade faz-se necessário para que se alcance o objetivo maior dos cuidados paliativos e da enfermagem, ou seja, assumir o seu projeto essencial de ser um ser-do-cuidado.

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Biografia do Autor

Joisy Aparecida Marchi, Prefeitura Municipal de Astorga

Enfermeira, Mestre em Enfermagem. Enfermeira da Prefeitura Municipal de Astorga. Astorga, PR, Brasil. E-mail: joisymarchi@hotmail.com.

Ligia Carreira, Universidade Estadual de Maringá

Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professora Adjunto da UEM. Maringá, PR, Brasil. E-mail: ligiacarreira.uem@gmail.com.

Catarina Aparecida Sales, Universidade Estadual de Maringá

Enfermeira, Doutora em Enfermagem na Saúde do Adulto. Professora Adjunto da UEM. Maringá?, PR, Brasil. E-mail: casales@uem.br.

Publicado

07/04/2016

Como Citar

1.
Marchi JA, Carreira L, Sales CA. Ser-cuidador de familiar com câncer e dependente: um olhar para a temporalidade. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 7º de abril de 2016 [citado 23º de maio de 2022];17(3). Disponível em: https://revistas.ufg.br/fen/article/view/29276

Edição

Seção

Artigo Original