Fatores relacionados à adesão às recomendações para administração de redose em cirurgias limpas

Autores

  • Cristiane Schmitt Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem
  • Rúbia Aparecida Lacerda Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.5216/ree.v17i1.22676

Palavras-chave:

Antibioticoprofilaxia, Infecção Hospitalar, Segurança do Paciente, Cuidados de Enfermagem

Resumo

A ISC é um dos principais eventos adversos entre pacientes cirúrgicos e é responsável por 20% das IRAS. A antibioticoprofilaxia cirúrgica é uma das práticas para prevenção de ISC, entretanto a adesão às diretrizes é baixa. Foi realizado um estudo observacional, transversal, retrospectivo que investigou o índice de adesão à redose e sua relação com características dos procedimentos e dos indivíduos. Foram avaliados 748 prontuários de cirurgias cardíacas, ortopédicas e neurológicas. Destes, 90 tinham indicação de redose, administrada em 26,6% das cirurgias. A adesão foi significativamente maior nas cirurgias cardíacas (34,3%) e de maior IRIC. Concluiu-se que a adesão às diretrizes para administração de redose é baixa e é necessário atuar na melhoraria do processo de uso de antibioticoprofilaxia cirúrgica. O uso de tecnologias aliado a conscientização, motivação das equipes e envolvimento da enfermagem podem ser alternativas.

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Biografia do Autor

Cristiane Schmitt, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem

Enfermeira, Mestre em Enfermagem na Saúde do Adulto. Programa de Pós-Graduação em Enfermagem na Saúde do Adulto, nível Doutorado, da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EE/USP). Enfermeira da Comissão de Controle de Infecção do Hospital Oswaldo Cruz. São Paulo, SP, Brasil. E-mail: cristianeschmmitt@yahoo.com.br.

Rúbia Aparecida Lacerda, Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem

Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Professor Associado da EE/USP. São Paulo, SP, Brasil. E-mail: rlacerda@usp.br.

Publicado

31/03/2015

Como Citar

1.
Schmitt C, Lacerda RA. Fatores relacionados à adesão às recomendações para administração de redose em cirurgias limpas. Rev. Eletr. Enferm. [Internet]. 31º de março de 2015 [citado 24º de maio de 2022];17(1):78-84. Disponível em: https://revistas.ufg.br/fen/article/view/22676

Edição

Seção

Artigo Original