CIDADE DE GOIÁS: O CHEIRO DAS ÁGUAS, AS ÁGUAS DE CHEIRO E AS ALELUIAS (1880-1899) - DOI 10.5216/bgg.v29i1.7305

Autores

  • Carlos Eduardo Santos Maia Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.5216/bgg.v29i1.7305

Resumo

No presente trabalho, procura-se resgatar o ciclo festivo Carnaval-Quaresma-Páscoa na Cidade de Goiás no final do século XIX, momento em que esta, apesar de centralizar as funções administrativas da Província de Goyaz e, posteriormente, do Estado, sustentava-se numa sociedade agrária que rompera com a crise da mineração e tinha na produção agro-pastoril sua base econômica. Apesar desta dinâmica econômica agrária, em que o campo era a

core área econômica, a cidade impunha-se como o centro administrativo, cultural e também demográfico, pois o ouro produziu um núcleo urbano de casario colonial e fixou a população vilaboense às margens do Rio Vermelho. Tudo isto fazia das festas urbanas momentos de efervescência em que a paisagem recebia sons, cheiros, cores, movimentos, etc. Mas cabe aqui um parêntese: dado que a dinâmica da economia goiana era agrária, ganhava especial atenção as festas em que "a roça" e a "cidade" se encontravam, principalmente nas folias e procissões em "festas da Igreja", destacando-se, no caso estudado, as celebrações da quaresma e da Páscoa.

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Publicado

2009-09-10

Como Citar

SANTOS MAIA, C. E. CIDADE DE GOIÁS: O CHEIRO DAS ÁGUAS, AS ÁGUAS DE CHEIRO E AS ALELUIAS (1880-1899) - DOI 10.5216/bgg.v29i1.7305. Boletim Goiano de Geografia, Goiânia, v. 29, n. 1, p. 179–194, 2009. DOI: 10.5216/bgg.v29i1.7305. Disponível em: https://revistas.ufg.br/bgg/article/view/7305. Acesso em: 17 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos