GEOMORFOLOGIA ESTRUTURAL DO GRÁBEN DO RIO MAMANGUAPE E ADJACÊNCIAS – ESTADO DA PARAÍBA, BRASIL - DOI 10.5216/bgg.v35i1.35482

Autores

  • Max Furrier Universidade Federal da Paraíba
  • Wesley Ramos Nóbrega Universidade Federal da Paraíba
  • Alexandre dos Santos Souza Universidade Federal da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.5216/bgg.v35i1.35482

Resumo

Este artigo baseia-se na caracterização morfoestrutural do gráben do rio Mamanguape, localizado ao norte da borda oriental do estado da Paraíba, no Nordeste do Brasil. Através de mapeamento de detalhe, tem-se como objetivo gerar informações quantitativas e morfológicas condicionadas pelo atual arcabouço estrutural do gráben do rio Mamanguape e suas adjacências. Para a elaboração dos produtos cartográficos, foram digitalizadas e vetorizadas, em todo o seu conteúdo, três cartas topográficas na escala 1:25.000, com equidistância das curvas de nível de 10 m, que abrange toda a área em estudo. A partir dos produtos cartográficos gerados, foi possível observar e quantificar aspectos morfológicos e morfoestruturais na área como: diferenças altimétricas discrepantes entre seus setores norte e sul, que percorre toda a adjacência do gráben, escarpas abruptas com declividades mais acentuadas no setor norte, vertentes em ombreiras ou shoulders, padrões assimétricos das redes de drenagem e orientações anômalas e inflexões bruscas de vários canais fluviais erecuos acelerados de cabeceiras de drenagem. Essas características atestam para um controle morfoestrutural da área, haja vista
que apenas o fator climático impossibilitaria o padrão morfológico encontrado.
Palavras-chave: gráben do rio Mamanguape, Formação Barreiras, tabuleiros litorâneos.

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Publicado

2015-03-19

Como Citar

FURRIER, M.; RAMOS NÓBREGA, W.; DOS SANTOS SOUZA, A. GEOMORFOLOGIA ESTRUTURAL DO GRÁBEN DO RIO MAMANGUAPE E ADJACÊNCIAS – ESTADO DA PARAÍBA, BRASIL - DOI 10.5216/bgg.v35i1.35482. Boletim Goiano de Geografia, Goiânia, v. 35, n. 1, p. 21–36, 2015. DOI: 10.5216/bgg.v35i1.35482. Disponível em: https://revistas.ufg.br/bgg/article/view/35482. Acesso em: 23 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos