INDICADORES MACRO E MICROMORFOLÓGICOS DA QUALIDADE FÍSICA DE UM LATOSSOLO VERMELHO TEXTURA MÉDIA CULTIVADO COM CANA-DE-AÇÚCAR NA MICRORREGIÃO DE QUIRINÓPOLIS, GOIÁS - DOI 10.5216/bgg.v34i2.31731

Autores

  • Adriana Aparecida Silva Universidade Federal de Goiás
  • Selma Simões de Castro

DOI:

https://doi.org/10.5216/bgg.v34i2.31731

Resumo

A microrregião de Quirinópolis apresenta grandes áreas de cultivo de cana-de-açúcar sobre os melhores solos, os Latossolos Vermelhos distroférricos argilosos, e em virtude da demanda crescente expandiu-se sobre solos naturalmente menos férteis, como os Latossolos Vermelhos distróficos (LVd) de textura média. Tais solos são considerados frágeis do ponto de vista da estabilidade estrutural e da suscetibilidade a impactos, como a erosão e a compactação, em decorrência do manejo altamente tecnificado, como é o caso da cana-de-açúcar, que na região é cultivada com maquinário pesado em todas as fases do processo agrícola. O objetivo deste artigo é avaliar a qualidade física dos LVd cultivados com cana-de-açúcar, mas antes com outros usos (soja, pasto e sucessão pasto/soja), tendo como referência perfis de solo de área com vegetação remanescente. Para tanto, foram realizados estudos macro e micromorfológicos, físicos e de resistência mecânica à penetração. Os resultados revelaram mudanças na macro e microestrutura, consistência, dispersão de argila, densidade do solo e resistência à penetração nos perfis cultivados em comparação com o de vegetação natural, alterações compatíveis com degradação associada a processos de compactação, ainda que moderada.

Palavras-chave: Saccharum spp, estrutura, degradação, compactação.

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Publicado

2014-09-01

Como Citar

APARECIDA SILVA, A.; SIMÕES DE CASTRO, S. INDICADORES MACRO E MICROMORFOLÓGICOS DA QUALIDADE FÍSICA DE UM LATOSSOLO VERMELHO TEXTURA MÉDIA CULTIVADO COM CANA-DE-AÇÚCAR NA MICRORREGIÃO DE QUIRINÓPOLIS, GOIÁS - DOI 10.5216/bgg.v34i2.31731. Boletim Goiano de Geografia, Goiânia, v. 34, n. 2, p. 233–251, 2014. DOI: 10.5216/bgg.v34i2.31731. Disponível em: https://revistas.ufg.br/bgg/article/view/31731. Acesso em: 30 jan. 2023.

Edição

Seção

Artigos