A segregação socioespacial no pensamento geográfico: tendências e perspectivas, rupturas e desafios

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/ag.v17i1.74750

Resumo

A segregação socioespacial se caracteriza como um fenómeno expressivo em muitas cidades no planeta e um tema de grande interesse científico. Desde a visibilidade das análises no primeiro quarto do século XX até os dias atuais, diferentes foram os entendimentos e as abordagens sobre o assunto. A Geografia enquanto campo do conhecimento moderno se insere como um dos grandes contribuidores em termos de subsídios teóricos e metodológicos para a compreensão da temática. Para isso, se percorre metodologicamente um amplo levantamento bibliográfico e uma análise específica de recuperação sistemática da trajetória da segregação socioespacial urbana no domínio da história do pensamento geográfico e suas relações diretas com outros campos disciplinares e a questão espacial. Assim, se estabelece quatro períodos distintos, a partir de diferentes perspectivas e transformações, não registrando somente a importância de cada um deles para o campo disciplinar e para o debate científico ao longo da história, mas estabelecendo também, os inúmeros desafios, divergências, possibilidades e controvérsias que orbita o tema na Geografia e nas ciências humanas e sociais.

Palavras-chave: Geografia. Segregação socioespacial. História do pensamento geográfico. Geografia urbana.

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Publicado

2023-04-20

Como Citar

MARTINS MEDEIROS ROBAINA, I.; ANDRÉS LÓPEZ, G.; HUGO SORIA CÁCERES, C. A segregação socioespacial no pensamento geográfico: tendências e perspectivas, rupturas e desafios: . Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 17, n. 1, p. 87–111, 2023. DOI: 10.5216/ag.v17i1.74750. Disponível em: https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/74750. Acesso em: 20 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos