Variabilidade espaço-temporal da perda de solos na área periurbana de São Desidério (BA) e suas relações com a estrutura fundiária e a consolidação do agronegócio no Cerrado Setentrional

Autores

  • Mateus Araujo Bezerra Gamper Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, Goiás, Brasil, mateus.pedageo@gmail.com.
  • Daniel Araújo Ramos dos Santos Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, Goiás, Brasil, daniel.A.Sants@hotmail.com.
  • Luis Felipe Soares Cherem Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, Goiás, Brasil, luischerem@ufg.br.

DOI:

https://doi.org/10.5216/ag.v16i3.71510

Resumo

No Cerrado Setentrional, o aumento da pressão da Sociedade sobre a Natureza tem intensificado problemas já existentes, como a perda de solo em áreas produtivas. Nesse artigo, avalia-se a variabilidade espacial e temporal da perda de solos na área periurbana de São Desidério (BA), um dos maiores produtores de grãos do país, e suas relações com a estrutura fundiária e a consolidação do agronegócio na região. Para tanto, foi calculada a Equação Universal de Perda de Solo Revisada – RUSLE – para os anos de 1990, 2000, 2010 e 2020, para cada propriedade rural, classificadas por tamanho de módulo rural. As pequenas propriedades apresentam maiores taxas de perda de solo, seguidas dos minifúndios, médias e grandes. As áreas de proteção tiveram os resultados mais baixos. No período, houve uma tendência geral ao aumento da perda de solo em torno de 50%. Os minifúndios e as pequenas propriedades tiveram taxas médias duas vezes mais altas frente às médias e grandes, evidenciando a necessidade de melhorar as práticas de manejo dos solos.

Palavra-chave: perda de solo; modelagem ambiental; Cerrado.

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Publicado

2022-12-21

Como Citar

ARAUJO BEZERRA GAMPER, M.; ARAÚJO RAMOS DOS SANTOS, D.; FELIPE SOARES CHEREM, L. Variabilidade espaço-temporal da perda de solos na área periurbana de São Desidério (BA) e suas relações com a estrutura fundiária e a consolidação do agronegócio no Cerrado Setentrional. Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 16, n. 3, p. 192–214, 2022. DOI: 10.5216/ag.v16i3.71510. Disponível em: https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/71510. Acesso em: 23 maio. 2024.

Edição

Seção

Artigos