Governança pública no turismo: polissemia, reflexões e implicações

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/ag.v16i1.69253

Resumo

O presente estudo busca concatenar resultados oriundos de pesquisas realizadas individualmente no âmago turístico, a fim de compreender as formações discursivas que possibilitam o entendimento da Governança no contexto do turismo. Para auxiliar na análise interpretativa dos conteúdos do corpus e estabelecer um estatuto de legitimidade das inferências e interpretações da Governança pelos autores deste estudo, utilizou-se o software IRaMuTeQ 0.7 Alpha 2. Os resultados apontam caracterizações convergentes e divergentes da Governança entre os grupos de artigos subdivididos, fomentando a polissemia. A partir dos principais resultados, discussões e reflexões sobre o objeto em estudo foram realizadas. Como implicações, uma delas indicou a tendência ao reducionismo da prática da Governança como um processo participativo e cooperativo, por vezes ritualístico, entre parcerias público-privadas, desprezando a condição de efetiva atuação dos atores, oriunda dos resultados coprodutivos de articulação, inclusive, em rede.

Palavras-Chave: Governança. Turismo. Polissemia.

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Publicado

2022-04-20

Como Citar

EMMENDOERFER, M. L.; MEDIOTTE, E. J. .; DOS SANTOS , Y. T. . Governança pública no turismo: polissemia, reflexões e implicações. Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 16, n. 1, p. 24–49, 2022. DOI: 10.5216/ag.v16i1.69253. Disponível em: https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/69253. Acesso em: 27 nov. 2022.

Edição

Seção

Artigos