Espeleologia e turismo: um longo caminho para a conservação - DOI 10.5216/ag.v7i3.24328

Autores

  • Luciana Gonçalves Tibiriçá Instituto de Estudos Socioambientais - IESA / Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.5216/ag.v7i3.24328

Resumo

Resumo

A Espeleologia é uma ciência interdisciplinar que objetiva estudar as cavidades naturais e, para isto, tem em sua base diversas áreas do conhecimento, dentre elas, o Turismo. Compreendendo desde o estudo e o conhecimento do ambiente para uso restrito aos grupos espeleológicos, até o conhecimento com objetivos econômicos, passando pela utilização turística voltada para objetivos como aventura, religiosa, arqueológica e antropológica. O Turismo associa-se a praticamente todos os usos dados às cavernas. O planejamento e o estabelecimento de rotas turísticas seguras visando a conservação do ambiente dependem de conhecimento e uso consciente deste sensível ambiente. Os riscos associados à prática da Espeleologia possuem âmbitos diversos, assim como diversas magnitudes de dificuldade e periculosidade. O Espeleoturismo, seja como atividade turística ou como pesquisa científica, carece de normas e planejamento turístico, aliada ao treinamento de guias para que se torne uma atividade relativamente segura, principalmente no Estado de Goiás, onde esta atividade ainda é incipiente.

Palavras-chave: Espeleologia; Turismo; Conservação.

 

Abstract

Caving, or Speleology is an interdisciplinary science that aims to study the natural cavities and, for this, has its base in various areas of knowledge, among which tourism. Understanding from the study and knowledge of the environment for use restricted to caving groups, to the knowledge with economic goals, through adventure , religious, archeological and anthropological tourism. Tourism relates to virtually all usage data to the caves. The planning and establishment of tourist routes in order to secure the conservation of the environment depend on knowledge and conscious use of this sensitive environment. The risks associated with the practice of Speleology have different scopes, as well as several magnitudes of difficulty and danger. The speleotourism, whether as a tourist activity or as scientific research, lack of standards and trip planning, allied to guide training to become a relatively safe activity, especially in the state of Goiás, where it is still incipient.

Keywords: Caving, Tourism, Conservation.

 

Resumen

La Espeleología es una ciencia interdisciplinar que objetiva estudiar las cavidades naturals y, para esto, tiene en su base diversas áreas del conocimiento, entre ellas, el Turismo. Comprendiendo desde el estudio y el conocimiento del ambiente para uso restricto a los grupos espeleológicos, hasta el conocimiento con objetivos económicos, pasando por el turismo de aventura, religioso, arqueológico y antropológico. El Turismo se asocia la prácticamente todos los usos datos a las cavernas. La planificación y el establecimiento de rutas turísticas seguras visando la conservación del ambiente dependen del conocimiento y uso consciente de este sensible ambiente. Los riesgos asociados a la práctica de la Espeleología poseen ámbitos diversos, así como diversas magnitudes de dificultad y peligrosidad. El Espeleoturismo, sea como actividad turística o como investigación científica, carece de normas y planificación turística, aliada al entrenamiento de guías para que se haga una actividad relativamente segura, principalmente en el Estado de Goiás, donde esta actividad aún es incipiente.

Palabras Clave: Espeleología; Turismo; Conservación.

 

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Biografia do Autor

Luciana Gonçalves Tibiriçá, Instituto de Estudos Socioambientais - IESA / Universidade Federal de Goiás

Géologa, Mestre em Geografia, Professora Assistente do Instituto de Estudos Socioambientais da Universidade Federal de Goiás. Pesquisadora da área de Análise Ambiental do Centro Integrado de Pesquisa em Gestão e Ordenamento Territorial (CIPGeo).

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Publicado

2013-12-23

Como Citar

TIBIRIÇÁ, L. G. Espeleologia e turismo: um longo caminho para a conservação - DOI 10.5216/ag.v7i3.24328. Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 7, n. 3, p. 134–148, 2013. DOI: 10.5216/ag.v7i3.24328. Disponível em: https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/24328. Acesso em: 21 fev. 2024.

Edição

Seção

Artigos