Os conceitos de 'dança de rua e 'danças urbanas' e como eles nos ajudam a entender um pouco mais sobre colonialidade (Parte I)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5216/ac.v6i2.66882

Resumo

Este texto se dedica a desembaraçar o trato conceitual de fazeres dançantes populares no âmbito urbano brasileiro do tempo presente. Realiza uma análise do conceito de dança de rua e suas especificidades em relação à noção de danças urbanas. Para tanto, explica a dança de rua e as danças urbanas a partir de suas configurações históricas, estéticas, georeferencias e da experiência de integrantes desses fazeres dançantes a partir do Brasil. O propósito consiste em: ao mesmo tempo explicar modos distintos de fazer dança e evidenciar como operam formas de colonialidade em dança no tempo presente, acompanhando as tensões e conflitos que envolvem o processo de feitura da cultura de dançar não desvencilhada das pessoas que dançam, seus valores, comportamentos e conhecimentos. Para tanto, o texto foi dividido em duas partes interligadas.

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Biografia do Autor

Rafael Guarato, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, Goiás, Brasil

Historiador da dança e professor do curso de graduação em Dança e dos Programas de Pós-Graduação em Artes da Cena e Performances Culturais da Universidade Federal de Goiás (UFG). Doutor em Historia e Líder do Grupo de Pesquisa em Memória e História da Dança (CNPq) e integrante del grupo Descentradxs - Descentrar la Investigación en Danza. Além de artigos publicados em diferentes periódicos nacionais e internacionais, é autor dos livros "Dança de rua: corpos para além do movimento" (2008) e "Ballet Stagium e a fabricação de um mito" (2019). 

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Publicado

2020-12-26 — Atualizado em 2021-08-05

Versões

Como Citar

GUARATO, R. Os conceitos de ’dança de rua e ’danças urbanas’ e como eles nos ajudam a entender um pouco mais sobre colonialidade (Parte I). Arte da Cena (Art on Stage), Goiânia, v. 6, n. 2, p. 114–154, 2021. DOI: 10.5216/ac.v6i2.66882. Disponível em: https://revistas.ufg.br/artce/article/view/66882. Acesso em: 19 maio. 2024.

Edição

Seção

Dossiê Temático - Eixo 2: Histórias situadas