Silvestre, de Wagner William: constelação e rastro

Autores

  • Daniel Baz dos Santos Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, dbazdossantos@yahoo.com https://orcid.org/0000-0001-6693-1404

DOI:

https://doi.org/10.5216/v.v19.65576

Palavras-chave:

História em quadrinhos, Walter Benjamin, Aby Warburg

Resumo

Este artigo pretende analisar a obra Silvestre, de Wagner William, a partir de noções provenientes do diálogo entre Walter Benjamin e Aby Walburg, sob a mediação das reflexões empreendidas por George Didi-Huberman. Com a ajuda destes teóricos, será possível demonstrar como as histórias em quadrinhos são territórios privilegiados para uma discussão sobre a história da cultura, suas crises e seus procedimentos de manutenção, além de estabelecer um conceito de imagem que prime por seus elementos desconfiguradores, disformes, não representáveis e pré-legíveis, que se convertem em estratégia de realização poética.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

BENJAMIN, W. Passagens. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2007.

DIDI-HUBERMAN, Georges. O que vemos, o que nos olha. Tradução Paulo Neves. São Paulo: Ed. 34, 1998.

POUND. Ezra. ABC da literatura. São Paulo: Cultrix, 2006.

MCCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. São Paulo: M.Books do Brasil Editora Ltda, 2005.

WARBURG, Aby. A presença do antigo. São Paulo: Editora da Unicamp, 2018.

WILLIAM, Wagner. Silvestre. São Paulo: Editora Darkside, 2019.

Downloads

Publicado

2022-08-11

Como Citar

BAZ DOS SANTOS, D. Silvestre, de Wagner William: constelação e rastro . Visualidades, Goiânia, v. 19, 2022. DOI: 10.5216/v.v19.65576. Disponível em: https://revistas.ufg.br/VISUAL/article/view/65576. Acesso em: 21 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos