A prática do autocuidado por trabalhadores da enfermagem de unidades básicas de saúde

Caroline Barão Araujo, Laís de Miranda Crispim Costa, Regina Maria dos Santos, Lenira Maria Wanderley Santos de Almeida

Resumo


O presente estudo analisa as práticas de autocuidado realizadas pelos trabalhadores de enfermagem que atuam em Unidades Básicas de Saúde, à luz da teoria do autocuidado de Orem. É uma pesquisa qualitativa exploratório-descritiva, que entrevistou 30 trabalhadores de enfermagem, por meio de um roteiro semiestruturado elaborado a partir dos requisitos de autocuidado de Dorothea Elizabeth Orem. A maioria dos participantes trabalha na enfermagem entre 16 e 25 anos, reforçando que o tempo de inserção no trabalho confere propriedade àquele que fala do seu cotidiano. Para discussão dos resultados, emergiram as seguintes categorias: O autocuidado não é prioridade: “o que dá para esperar vai esperando”; O trabalho desgasta o trabalhador: “porque é cansativo!”; Percepção de vida: “Meu trabalho é meu trabalho, e minha vida é minha vida”; É assim que me (des)cuido. Concluiu-se que os trabalhadores de enfermagem não estão priorizando o autocuidado, como também não possuem tempo suficiente para exercê-lo.

Palavras-chave


Autocuidado; Saúde do Trabalhador; Equipe de Enfermagem; Centros de Saúde

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DOI: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v18.39304

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