DOI: 10.1590/1089-6891v18e-18117


5.04.00.00-2 ZOOTECNIA


COMPLEXO ENZIMÁTICO E FARELO DE ARROZ INTEGRAL SOBRE O DESEMPENHO PRODUTIVO E QUALIDADE DOS OVOS DE POEDEIRAS EM SEGUNDO CICLO DE PRODUÇÃO


ENZYME COMPLEX AND WHOLE RICE BRAN ON THE PRODUCTIVE PERFORMANCE AND QUALITY OF EGGS FROM LAYING HENS AT THE SECOND PRODUCTION CYCLE


Verônica Lisboa Santos1*

Fabiane Pereira Gentilini2

Sílvia Regina Leal Ladeira1

Marcos Antonio Anciuti2

Fernando Rutz1


1Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, RS, Brasil.

2 Instituto Federal Sul-rio-grandense, Pelotas, RS, Brasil

*Autora para correspondência - vls_agro@yahoo.com.br


Resumo

Objetivou-se avaliar o desempenho produtivo e a qualidade dos ovos de aves que receberam dietas contendo farelo de arroz integral (FAI), com ou sem adição de complexo enzimático (CE), com e sem valorização energética. Foram utilizadas 480 poedeiras Hisex brown, durante 112 dias experimentais, divididas em oito tratamentos com 12 repetições cada. Os tratamentos 1, 2, 3 e 4 consistiram da presença de milho (M) e farelo de soja (FS), e os tratamentos 5, 6, 7 e 8 consistiram de M, FS e 20% de FAI, com ou sem inclusão do CE. Os tratamentos 1, 3, 5 e 7 não receberam CE; no entanto, nos tratamentos 3 e 7 houve valorização energética de 100 kcal EM/kg (controles negativos). O CE quando presente foi acrescido sem valorização energética (on top) nos tratamentos 2 e 6, e valorizado em 100 kcal EM/kg nos tratamentos 4 e 8. Aves que receberam FAI produziram ovos e claras mais pesadas, gemas menos pigmentadas e apresentaram maior peso vivo. Aves que consumiram FAI recebendo CE on top ou sem valorização apresentaram maior consumo de ração. Maior unidade Haugh e melhor conversão alimentar por dúzia foram observados em aves que receberam tratamento controle ou controle com CE valorizado.

Palavras-chave: alimento alternativo; enzimas exógenas; Hisex brown.


Abstract:

The objective of this study was to evaluate the performance as well as the quality of eggs from birds fed diets containing whole rice bran (RB), with or without the addition of an enzyme complex (EC) with different levels of metabolizable energy value. A total of 480 Hisex brown layers were used. The treatments consisted of diets based on corn (C), soybean meal (SBM), rice bran (RB), with or without the inclusion of the enzyme complex (EC) to the diets. Treatments 1, 2, 3, and 4 consisted of the presence of corn (C), soybean meal (SBM) and treatments 5, 6, 7, and 8 consisted of C, SBM, and 20% RB, with or without the inclusion the EC. Treatments 1, 3, 5, and 7 did not receive the CE; however, in treatments 3 and 7 there was energy recovery of 100 kcal / kg (negative controls). The EC was added without energy recovery (on top) to treatments 2 and 6, and valued at 100 kcal / kg in treatments 4 and 8. Birds fed RB produced heavier eggs and yolk. Birds fed RB and that received the EC on top had higher feed intake. The highest Haugh unit and the best feed conversion per dozen were observed in birds that received only the control treatment or the control diet supplemented with EC in a diet reformulated to 100 kcal ME/kg.
Keywords: alternative food; exogenous enzymes; Hisex brown


 

Recebido em: 19 abril 2012
Aceito em 01 setembro 2016

Introdução



O intenso melhoramento genético experimentado pelas poedeiras modernas tem resultado em aves com alta produção de ovos, fato também observado nas aves que sofreram o processo de muda, o qual é uma prática de manejo que visa a promover o repouso do sistema reprodutivo da ave, levando à involução ovariana, a fim de regenerar a capacidade reprodutiva, melhorar a qualidade da casca e reduzir o nível de perdas, permitindo estender a vida econômica das poedeiras comerciais, proporcionado um segundo ciclo produtivo cujos picos de produção são altos, acompanhando o desempenho próximo ao registrado no primeiro ciclo de produção. A grande vantagem da muda forçada, para o produtor, é o rápido retorno econômico, pois em quatro ou cinco semanas as aves submetidas ao processo retomam à produção, atingindo o pico de postura por volta de dez a doze semanas após a muda; entretanto, para que esse método seja aplicado algumas condições devem ser consideradas, como necessidade de mercado, os altos custos envolvidos na troca do plantel e condições das aves. Por outro lado, a piora na qualidade do ovo ocorre de forma precoce, principalmente no que diz respeito à queda na qualidade da casca, dadas as características fisiológicas e de produção que influenciam na qualidade do ovo, afetando a produtividade da poedeira. Na nutrição animal, alguns alimentos têm se destacado, seja pela sua qualidade como fonte de nutrientes, seja pela quantidade de inclusão nas dietas, como é o caso do milho e do farelo de soja, que representam os principais grãos produzidos no Brasil(1). Um dos problemas enfrentados pelos produtores de aves é a disponibilidade de milho no mercado já que seu uso concorre com a alimentação humana e a fabricação de biocombustíveis(2).
O farelo de arroz integral é o subproduto do polimento do arroz descascado que não sofre extração de óleo e representa de 8 a 11% do peso total do grão. O farelo de arroz integral apresenta um custo relativamente baixo e, dentro de certos limites, apresenta todas as condições de ser incluído em rações para não ruminantes(3), possibilitando uma redução nos custos com alimentação. Entretanto, sua utilização na alimentação animal é muito limitada, devido à presença de fatores antinutricionais, tais como o ácido fítico e os polissacarídeos não amiláceos (PNA’s). Os PNA’s, além de não sofrerem digestão, ainda prejudicam a digestão e absorção de outros nutrientes, visto que se hidratam e aumentam viscosidade da digesta, prejudicando assim a ação das enzimas endógenas e a absorção das moléculas simples, como glicose e aminoácidos livres(4). A suplementação de enzimas exógenas nas dietas melhora a eficiência de produção das aves pelo aumento da digestão de produtos de baixa qualidade e redução da perda de nutrientes nas fezes(5-7).
Assim, objetivou-se com este experimento avaliar o efeito da inclusão de um complexo enzimático (Allzyme SSF®, Alltech do Brasil) em dietas contendo farelo de arroz integral sobre o desempenho produtivo e a qualidade dos ovos de poedeiras em segundo ciclo de produção.


Material e Métodos


O estudo foi realizado nas instalações do aviário experimental do campus Pelotas Visconde da Graça, do Instituto Federal Sul-rio-grandense, durante 112 dias experimentais, divididos em quatro ciclos produtivos, de 28 dias cada. Os procedimentos realizados neste estudo foram aprovados pelo Comitê de Ética em Experimentação Animal da Universidade Federal de Pelotas, registrados sob o protocolo nº 0777.
Foram utilizadas 480 poedeiras da linhagem Hisex brown, em segundo ciclo de produção, com idade inicial de 95 semanas e peso médio inicial de 1342,10 g, alojadas em galpão tipo dark house, em gaiolas de postura, contendo cinco aves cada, totalizando 96 gaiolas. Cada gaiola representou uma unidade experimental. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com oito tratamentos e 12 repetições/tratamento. Os tratamentos 1, 2, 3 e 4 consistiram da presença de milho (M) e farelode soja (FS), e os tratamentos 5, 6, 7 e 8 consistiram de M, FS e 20% de farelo de arroz integral (FAI), todos com ou sem a inclusão do complexo enzimático (CE). Os tratamentos 1, 3, 5 e 7 não receberam CE; no entanto, nos tratamentos 3 e 7 houve a valorização energética de 100 kcal EM/kg (controles negativos). O CE, quando presente, foi acrescido sem valorização energética (on top) nos tratamentos 2 e 6, e valorizado em 100 kcal EM/kg nos tratamentos 4 e 8 (controles positivos), ou seja, atribuiu-se a liberação de 100 kcal EM/kg ao CE no total do nível energético calculado para as referidas dietas.
Estabeleceram-se os níveis de valorização para contemplar a liberação de energia, estando acima e abaixo do valor preconizado pelo fabricante, que é de 75 kcal EM/kg. As dietas eram isoenergéticas (a redução dos níveis foi realizada na matriz nutricional do complexo enzimático, quando adicionado às dietas, logo, todas as dietas foram calculadas de forma a atender a energia requerida pela linhagem), isofosfóricas e isocálcicas, e o CE foi adicionado na matriz nutricional das dietas de acordo com a indicação do fabricante (150 g/t). As composições das dietas experimentais podem ser observadas na Tabela 1.


As aves foram alimentadas à vontade, utilizando-se comedouros do tipo calha aberta, dispostos na frente das gaiolas e isolados por divisórias para que a ração fosse fornecida para cada unidade experimental, separadamente, respeitando os tratamentos. A água foi fornecida por bebedouros tipo nipple, à vontade, e cada gaiola dispunha de dois bebedouros. O regime de luz seguiu as recomendações indicadas pelo manual da linhagem com dezesseis horas e trinta minutos de luz diária.
Os dejetos das aves mantidas no galpão foram recolhidos à medida que se liquefaziam através de drenos para um fosso localizado no lado externo da instalação.
As variáveis de desempenho produtivo analisadas foram peso vivo (PV, g), consumo de ração (CR, g), percentual de ovos produzidos (PDOV, %), conversão alimentar por dúzia (CA/Dz, kg/dz) e conversão alimentar por massa (CA/M, kg/kg). Estas variáveis foram analisadas dentro de cada período de 28 dias, sendo que as variáveis CR e PDOV tiveram controle diário. No último dia de cada ciclo produtivo foram coletados cinco ovos de cada unidade experimental, totalizando 60 ovos/tratamento/ciclo, para a realização das análises referentes às variáveis de qualidade externa e interna dos ovos, sendo: peso dos ovos (POV, g), gravidade específica (GE), peso da casca (PC, g), espessura da casca (EC, mm), coloração de gema (CG), peso do albúmen (PA, g), peso da gema (PG, g) e unidade Haugh (UH). Os valores de unidade Haugh foram obtidos por meio dos dados de peso dos ovos (g) e altura do albúmen (mm), de acordo com a seguinte fórmula(8):

Em que: H = altura do albúmen espesso (milímetros); G = constante gravitacional de valor 32; W = peso do ovo (g).
Os dados foram submetidos à ANOVA, com nível de significância de contrastes simples e múltiplos utilizando o software estatístico SAS(9).


Resultados e Discussão


As médias de desempenho produtivo das aves encontram-se descritas na Tabela 2. O provável incremento que se objetiva em um segundo ciclo produtivo em poedeiras refere-se a dados comparados aos obtidos ao final do primeiro ciclo produtivo e não ao pico de postura da ave; logo, espera-se que estes dados sejam inferiores aos esperados para o 1º ciclo da linhagem. Constatou-se que peso vivo das aves que receberam FAI na dieta (tratamentos 5, 6, 7 e 8) foi significativamente maior, não diferindo apenas do tratamento 4, que não continha FAI na composição. As aves podem utilizar o excesso de nutrientes para o crescimento de tecido ou deposição de gordura(10). A gordura pode ser direcionada para o coxim plantar, carcaça, fígado, ovário, ou como combustível para processos metabólicos(11). Maior consumo de ração foi observado nas aves que receberam os tratamentos 5, 6 e 7.

Na análise de contrastes, o grupo que recebeu FAI apresentou maior consumo de ração. No presente estudo, embora isoenergéticas, as dietas formuladas com a inclusão do FAI, continham maior percentual de inclusão de óleo de soja, proporcionando menor incremento calórico quando comparadas às dietas formuladas sem o alimento alternativo, o que pode explicar o maior consumo de ração visto que, segundo Moura et al.(12), nos sistemas de criação de aves, o consumo é regulado pela densidade energética da dieta e pela exigência nutricional. As aves do tratamento 1 (M/FS) apresentaram uma piora na CA/Dz, assim como as que receberam FAI na dieta (tratamentos 5, 6, 7 e 8), independentemente da ausência ou presença do CE. Pela análise de contraste simples observou-se diferença significativa quando comparados os tratamentos 1 e 2 e 4 e 8.
Na análise dos resultados das variáveis de qualidade externa (Tabela 3), verificou-se que o peso dos ovos sofreu efeito significativo dos tratamentos. As aves que receberam dietas contendo farelo de arroz integral com e sem a valorização do complexo enzimático (tratamentos 7 e 8, respectivamente) produziram ovos mais pesados quando comparados aos produzidos pelas aves que receberam milho e farelo de soja com ou sem o complexo enzimático com as mesmas valorizações ou ainda quando o mesmo foi adicionado de forma on top.
O contraste entre os tratamentos que continham milho e os que continham farelo de arroz integral revelou maior peso dos ovos para os tratamentos com o alimento alternativo. Mesmo com dietas lipoproteicas, é provável que o maior teor de proteína bruta do farelo de arroz tenha influenciado o peso dos ovos pela maior disponibilidade proteica deste alimento. Segundo Rostagno et al.(13), o índice de proteína bruta digestível em aves é maior no FAI (10,20%) do que no milho (6,86%), o que pode ter influenciado os resultados. Quando contrastados os tratamentos 4 e 8, maior gravidade específica foi encontrada para o tratamento que continha M+FS em presença do CE valorizado em 100kcal, mantendo esta diferença a favor dos tratamentos quando contrastados os tratamentos com M+FS x FAI. É possível que tenha havido interação entre o ácido fítico liberado pelo FAI e o cátion bivalente Ca10 afetando sua disponibilidade, piorando a densidade específica da casca dos ovos, visto que, somente o tratamento 8 continha o farelo de arroz integral, o que pode ter proporcionado maior liberação de ácido fítico. Entretanto, deve-se considerar que o presente experimento foi realizado com poedeiras em segundo ciclo de produção e a taxa de retenção do cálcio varia de acordo com a idade, sendo que para aves jovens este valor é de cerca de 60% e, para as mais velhas, de apenas 40%(14).




Contudo, no presente experimento a gravidade específica, mesmo diferindo entre os tratamentos, manteve a aceitabilidade do ponto de vista mercadológico, pois ficou acima de 1,080, o que, segundo Harder et al.(15), é o valor limite entre a alta e a baixa qualidade da casca, sendo considerado o valor mínimo para que os ovos comerciais resistam ao transporte e ao processamento.
O contraste entre as dietas sem FAI e com FAI sem redução dos níveis energéticos revelou maior peso para as casca dos ovos das aves alimentadas com o tratamento controle, provavelmente pela maior disponibilidade de cálcio em dietas à base de milho e farelo de soja. Os parâmetros de espessura da casca e massa dos ovos não sofreram efeito significativo dos tratamentos.
Na Tabela 4 estão apresentados os resultados encontrados para os parâmetros de qualidade interna. A cor da gema apresentou diferença significativa entre os tratamentos, sendo menor para os ovos das aves que receberam as dietas contendo FAI, pois o arroz e seus subprodutos são pobres em carotenoides e, segundo Kljak e Karoliv(16), a pigmentação natural das gemas resulta da deposição destes carotenoides. Normalmente, a coloração mais forte da gema em ovos de poedeiras comerciais é desejável para atender às exigências e às expectativas do mercado e depende exclusivamente da alimentação fornecida às aves, uma vez que estas não são capazes de sintetizar esses pigmentos, mas podem absorver de 20 a 60% dos pigmentos da ração(17). Quando se utiliza alguma fonte alternativa ao milho, como sorgo, milheto, quirera de arroz ou trigo, que são pobres em carotenoides xantofílicos, reduzindo drasticamente a coloração da gema, existe a necessidade de se adicionar algum pigmentante natural ou artificial na ração para que não ocorra rejeição por parte do mercado consumidor(18,19).

 


A unidade Haugh é obtida através de uma função logarítmica da altura do albúmen do ovo em relação ao seu peso, é universalmente utilizada devido à sua fácil aplicação e à alta correlação com a aparência do ovo ao ser quebrado, sendo definida como o aferidor da qualidade interna do ovo(20). A medida da altura do albúmen permite determinar a sua qualidade, pois à medida que ele envelhece a proporção de albumina líquida aumenta em detrimento da densa(21). No presente experimento, os tratamentos 1 e 4 proporcionaram maiores índices de unidade Haugh, sendo numericamente superior nos ovos provenientes das aves que receberam M+FS em presença do CE valorizado em 100kcal. De modo geral, ovos de boa qualidade apresentam índices acima de 72(22), valores que puderam ser observados neste experimento. Quando contrastados os tratamentos 1 versus 2 e 3 versus 4, os maiores índices de unidade Haugh foram mantidos para os tratamentos 1 e 4.
Maior peso de gema foi verificado contrastando-se os tratamentos 3 e 7 para os ovos produzidos pelas aves que receberam o FAI sem a valorização energética do CE (T7). A composição lipídica da dieta afeta a composição de ácidos graxos da gema. No presente experimento, as dietas que não continham FAI apresentaram menor percentual de gordura (3,33%) em relação àquelas que continham FAI (9,84% a 9,91%), quando a dieta apresenta maior teor de gordura, o peso das gemas aumenta(23). Ainda neste sentido, albumens mais pesados foram observados nos ovos das aves que receberam FAI, com ou sem a valorização do CE. O peso do ovo incorpora três componentes: a gema, o albúmen e a casca(24), sendo o albúmen o componente presente em maior porcentagem (cerca de 60% do peso total do ovo)(25). De acordo com os dados obtidos, ovos mais pesados corresponderam aos maiores pesos de albumens; logo, a composição proteica do FAI(14) pode ter contribuído para o aumento no peso do albúmen e, consequentemente, para o peso do ovo.

Conclusões

 

Neste estudo, verificou-se que poedeiras em segundo ciclo de produção recebendo dietas contendo farelo de arroz integral produziram gemas mais despigmentadas devido ao baixo teor de carotenoides presentes no FAI. A inclusão do complexo enzimático não apresentou efeito significativo, não influenciando os resultados obtidos, nas condições em que o experimento foi realizado, principalmente quando associado às dietas contendo FAI.

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