BAKHTIN E A AVALIAÇÃO ESCOLAR: DIMENSÕES ÉTICAS NO ATO DE AVALIAR A APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS

Autores

  • Ismael Ferreira-Rosa Universidade Federal de Goias - Campus Catalão

DOI:

https://doi.org/10.5216/rpp.v10i2.24142

Resumo

Este artigo tem por fito, a partir do escrutínio de um simulado avaliativo de Língua Portuguesa (SIMA) aplicado ao sexto ano do Ensino Fundamental de uma escola municipal em Catalão-GO, analisar e problematizar o ato de avaliar no processo de ensino-aprendizagem de línguas, em especial, da língua portuguesa. Tendo por base os estudos bakhtinianos sobre sujeito, língua, ato e ética buscaram-se as noções balizadoras de sujeito e língua que suportaram a arquitetônica de tal SIMA e, em seguida, inquiriram-se essas noções, apontando algumas considerações que nada tiveram de procedimentais ou norteadoras de ações no âmbito da avaliação, apenas como suscitadoras de posicionamentos sobre o ato de avaliar, interpelando professores a empreenderem tomadas de posição em suas práticas avaliativas e proverem aberturas éticas nessas práticas, de modo a deixar um pouco de lado as marcas arraigadas do avaliar como mensurar um dado conhecimento, um dado saber.

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Biografia do Autor

Ismael Ferreira-Rosa, Universidade Federal de Goias - Campus Catalão

Doutorando em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Uberlândia (Bolsista CAPES). Mestre em Linguística e Linguística Aplicada pela Universidade Federal de Uberlândia. Graduado em Letras pela Universidade Federal de Goiás – Câmpus Catalão. Secretário Executivo da Coordenação de Graduação da Universidade Federal de Goiás – Câmpus Catalão. Professor de Língua Inglesa no Centro de Línguas da Universidade Federal de Goiás – Câmpus Catalão. Membro integrante do Laboratório de Estudos Polifônicos (LEP) da Universidade Federal de Uberlândia e pesquisador vinculado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em História do Português (GEPHPOR) da Universidade Federal de Goiás – Câmpus Catalão.

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Publicado

2013-05-11